Segunda-feira, 18 de Abril de 2011
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Regueifa do Irão segue no wordpress - regueifadoirao.wordpress.com



publicado por Gil Nunes às 21:13
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Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010
Gil e a Igreja

Eu não me identifico com nenhuma religião. Preocupo-me sim, em ser um gajo porreiro. Porque as religiões não fazem sentido nenhum. “João, sempre foste honrado, digno e sério. Pena não teres sido baptizado. O Inferno espera-te”. Francamente…

 

Eu já pensava isto nas minhas primeiras idas à catequese. Era ao sábado de manhã e, se querem que vos diga, teria ficado bem melhor a saborear a cama. Valia pelo algum convívio, e jogos didácticos que fazíamos no jardim da Igreja de vez em quando. Mas só de vez em quando. De resto, era um chorrilho de disparates. Ainda bem que a Bíblia foi apenas escrita 30 anos depois dos eventos se terem passado: era a mesma coisa que eu agora me lembrar da cor da haste dos óculos do Padre Martins, ou então da blusa da Joaninha. Duplo francamente…

 

Era uma criança bastante chorona, diga-se de passagem, e não raras vezes saia da catequese de rastos por algum comentário mais infeliz que a dita comandita eclesiástica me mandava. Mas pelo menos ajudou-me a ser farsola.

 

“Olhe, tenho de me ir embora mais cedo porque os meus pais vão para a aldeia e estão à minha espera”.

 

Criança não mente, e lá ia eu todo contente a caminho de casa, sem qualquer problema. Lembro-me que, numa dessas vezes em que aldrabei(e não me arrependo) quase que fui atropelado por uma carrinha de caixa aberta. Aí fiquei angustiado: se calhar foi castigo divino. Eu acho que foi mais obra do Espírito Santo do Acaso…

 

Por falar em aldeia, uma vez puseram-me a andar com um dardo na mão numa procissão. Sim, eu chamo-lhe dardo. Pelo menos na minha imaginação sentia-me um Jan Zelenzy. Para os demais, era o destaque da procissão. Lembro-me que nesse dia parti os meus dentes da frente e quem me socorreu foi a minha falecida Tia Alice. Sem grande contacto com ela, esta é a recordação mais presente que dela tenho.



publicado por Gil Nunes às 00:54
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Quinta-feira, 2 de Dezembro de 2010
Memórias dos 30 - O Pesadelo Trabalhos Manuais
Expressão plástica e trabalhos manuais nunca foram o meu forte. Neuroses sim. Sofria na calada por, naquelas duas aulas, saber que não era minimamente razoável. Hoje, mais adulto, por certo que ignoraria as aulas, e aproveitaria o tempo para colocar a leitura em dia, ou então mandar umas tampas para o colega do lado.

Este meu pesadelo reflectia-se no 1º ciclo, e também na preparatória. Posso-vos dizer que até dormia mal na noite anterior. Nos meus primeiros anos lembro-me que pintei um ovo de roxo. Ficou péssimo, e toda a turma olhou perplexa para aquela alarvidade. Cortar cartolinas e montar caixinhas também eram um suplício; guaches, pincéis e plasticinas para o colega do lado. Um verdadeiro zero!

No 2º ciclo, lembro-me que estava no quinto ano, e pediram à turma para fazer um trabalho sobre a água. Tentei desenhar uma torneira? Nada! Depois uma fonte? Menos que zero! Ora bem, nada como ser abstracto, ou pelo menos desenrascado. Falei com a turma toda e propôs-me a fazer as legendas se, em troca, alguns deles me fizessem o dito trabalho. Penso que devo ter tido o meu único “bom” em cadeiras de expressão plástica. A professora deve ter desconfiado.

Nestas disciplinas, tirei sempre positiva por dois motivos: complacência dos professores perante o meu bom aproveitamento noutras cadeiras; acordos secretos com os meus colegas. Foi assim que, por exemplo, escrevi a peça de teatro da escola em troca de um magnífico Pato Donald de barro! Ah, e lembro-me, tirei positiva sempre, mas de uma vez fiz batotice.

Em trabalhos manuais, a soma dos meus parâmetros dava um total de 40 pontos. Nada como um intervalo e um “1” antes do “5” para ter um magnífico “3” na pauta. Querem que vos diga? O professor viu e nem fez caso!


publicado por Gil Nunes às 15:45
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Quarta-feira, 1 de Dezembro de 2010
Auto-brincadeiras: todos os caminhos vão dar ao Estádio

Em criança, sempre tive imensos carrinhos. Não que eu gostasse de carros – não sei mudar um pneu – mas, por ser rapaz, recebia muitos. Eu acho que quando se gosta de alguma coisa, tudo consegue ser canalizado para essa coisa. Eu adoro futebol! Aliás, 30 anos volvidos, podem-me dizer que eu tenho imenso jeito para escrever, para inventar histórias, para línguas, o que for. O balanço está feito: a coisa que eu mais gosto na vida é de futebol!

 

Voltemos à história. O campo era geralmente improvisado numa alcatifa: dois livros de lombada fina a servir de baliza; um berlinde a fazer de bola; e os respectivos jogadores, que obedeciam a regras específicas:

 

- Os carros de competição eram guarda-redes;

 

- Os de carroçaria grande iam para a ala;

 

- Tractores como centrais;

 

- Os de cor escura eram destros, os de cor clara esquerdinos;

 

- As carrinhas de caixa aberta avançados;

 

- Os utilitários médios;

 

E assim se construíam as equipas.  Só eu é que jogava, é certo, mas posso-vos dizer que me chegava a perder naquela fantasia. Acaba por se tornar interessante na medida em que tentava fazer do inventado real, cumprindo as regras que tinha estabelecido. Apesar das voltas que a minha cabeça dava, conseguia ter alguns momentos de prazer. (Uma vez estava tão mergulhado naquilo, que estraguei uma tarte que a minha tia tinha acabado de fazer. Deu choradeira, eu sei, mas também tomavam-me por maluco se eu explicasse a razão. Aguentei a bronca)

 

Outra das brincadeiras que inventei era feita no terraço, com uma bola vermelha. Para se aceder ao terraço tinha(e tem) de se atravessar uma porta de correr. Mais uma baliza! Como guarda-redes colocava um estendal de plástico. Com ambos os pés tentava marcar golo, com um extra – bónus: se conseguisse colocar a bola no espaço compreendido entre a máquina de lavar e a parede valia 2 pontos! O vizinho de cima, Moreira, observava-me por diversas vezes!



publicado por Gil Nunes às 18:13
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Terça-feira, 30 de Novembro de 2010
Memórias dos 30- Emanuel e os Bicos de Pato

Havia um cigano naquela escola. Não daqueles ciganos que metem medo, mas sim daqueles que não se excluíram da sociedade e conseguem passar por gente perfeitamente normal. Com sangue quente, é claro.

 

Era o Emanuel. Corria que se fartava. Aliás, éramos os dois extremamente rápidos. Naquela escola realizava-se uma pequena prova de atletismo, todos os anos. Ficávamos os dois sempre à frente, mas ele ganhava-me ano após ano. Farto de ser segundo, comecei a observar os seus movimentos: via que, no meu caso, tinha melhor ponta final, e que o meu grande erro era dar tudo no arranque, perdendo energias para o fim.

Estava no 2º ou no 3º ano e assim o fiz. Deixei-o tomar a dianteira, controlando-o à distância. Antes da recta final havia uma curva apertada, e sabia que aí o poderia ultrapassar. Dito e feito, tudo corria às mil maravilhas. Mas o “porco”, vendo-se a ultrapassar, empurrou-me contra a parede. Eu, estatelado, apenas o vi a correr até ao final, levantando os braços em sinal de vitória.

 

Com o corpo todo raspado, deu-me um ataque de fúria: peguei numa sapatilha e bati-lhe. Começamos os dois à pancada, mas nestas contas o meu azar veio à tona: um membro do clã, que vinha lançado para defender Emanuel, tropeçou e cravou os suspensórios em si mesmo! Resultado, veio a corja miúda toda lá do bairro, levei um enxerto de porrada em que me partiram a cana do nariz!

 

Esta história, todavia, teve um segundo capítulo. Para colocar água na fervura, a professora decidiu chamar o pai do Emanuel à escola. Como prova de boa-fé, o pai repreendeu o filho em público e ofereceu-me aquilo que seria um acto de boa fé.

 

“O Emanuel faz anos no sábado. Estás convidado”

 

Até à ocasião, estava toda a turma convidada menos eu. Mas lá acedi ao convite. Na festa comecei a comer queijo, que retirei dos bicos de pato, que coloquei de novo no local inicial. O pai de Emanuel não me perdoou.

 

“Não te dão educação em casa, mas dou-ta eu. Não sais daqui sem comeres os bicos de pato secos”

 

E lá estive eu, o resto da tarde, a comer os ditos bicos de pato(côdeas merdosas) para gozo dos meus colegas, que brincavam com uma tartaruga.

 

PS- Uma das minhas passagens predilectas vem do filme “Clube dos Poetas Mortos”:

“Façam da vossa vida extraordinária”.

Eu acrescento: “Mesmo sós, façam da vossa vida extraordinária”. Muitas vezes me dizem para ter cuidado com o que digo, com o que escrevo, pois posso passar por ridículo. Continuarei. Quem se ri não é lembrado.



publicado por Gil Nunes às 20:02
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Memórias dos 30 - O Martelo

Eu detestava a escola. As minhas primeiras idas à escola foram um verdadeiro suplicio. Não havia dia em que eu não saísse de lá a chorar. Nos recreios encostava-me no meu canto, até que o meu algum jeito para o futebol me chamava para as brincadeiras. A bola era o meu passaporte para o mundo da sociabilização. E deu-me muitas imanências(momentos de prazer). Lembro-me de dois golos em particular que marquei: um em que me antecipei a um defesa e rematei rasteiro; outro em que, no meio da confusão, disparei de pé esquerdo sem hipótese de defesa!

 

Aliás, o desporto fazia-me socializar. Então, se estivesse aliado à competição melhor. Raramente ouvia fosse o que fosse que a professora dizia nos últimos minutos da aula, que terminava às 5. Soava o alarme e…zau! Corria que nem um louco para ver se era o primeiro a chegar ao portão. Como eu, havia mais cromos em competição.

 

No primeiro dia de aulas, recordo-me, pediram-me para desenhar a chuva no caderno. Todos fizeram uns traços mas eu decidi inovar, colocando os meus em obliquo. “Está vento, expliquei”. E fui aceite. Mas a professora deliciava-se era com os meus dotes para os números. “Eu nasci em 1935, diz lá quantos anos tenho”. E eu não falhava, para gáudio da multidão.

 

Apesar do meu bom aproveitamento – até chorava quando tinha um exercício errado – não havia meio da escola me motivar. Aquilo era uma seca! Havia, porém, duas coisas em que não estava bem: expressão plástica e a minha horrível letra de médico( Ainda hoje não é muito famosa)

Aquela professora – à antiga portuguesa – não se inibia de dar uns valentes tabefes sem pedir licença. Levei alguns(poucos). Nos primeiros dias lembro-me de um em particular, completamente injusto. Numa composição a professora leu “matelo”. Mas garanto-vos: o “r” estava lá, indecifrável, minúsculo. As minhas justificações foram em vão. “Para a próxima tens mais cuidado com a letra”, disse-me.  Fiquei com a cara vermelha.



publicado por Gil Nunes às 12:35
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Segunda-feira, 29 de Novembro de 2010
Memórias dos 30 - Estrelas-do-Mar e Formigas

Na minha casa, havia um terraço que dava para o mar. Era de fazer inveja a qualquer condomínio de luxo! Ainda pequeno, acompanhava os mais adultos nas idas à praia, que se intensificavam durante o Verão. Estávamos na altura do desastre do petroleiro “Reyjin”, que deixou a praia da Madalena completamente poluída.

 

Nesta data, fiz várias incursões à praia para recolher estrelas do mar. Trazia às dezenas. Hoje, já é mais complicado de encontrar. No terraço, depois de secas, fazia as minhas exposições artísticas. Lembro-me de ter arranjado pequenos fios e, de uma forma arcaica, ter feito alguns colares, que usei durante algum tempo.

 

Mas não havia muito para fazer. Tinha de dar azo à minha criatividade para me entreter, passar o tempo. Desde pequeno, sempre me habituei a lidar bem com o tédio. Adquiri o hábito de dormir com facilidade, e de o ultrapassar. É o que dá ter hábitos de infância solitários, e também não ter tido irmãos. Um deles era relacionado com formigas.

 

Havia dois canteiros, e um balde amarelo. O primeiro canteiro ficava na entrada do salão de jogos; o segundo, na garagem onde o meu avô guardava as ferramentas. Lembro-me que aprendi mais depressa os números do que as letras. E fazia contas com muita perícia. Foi também a altura da minha costela sádica vir à tona.

 

Enchia o balde com água, e pegava numa palhinha. Colocava, uma por uma, formiga dentro de água para testar a sua resistência sem respirar -  hoje não seria capaz de tal coisa: mesmo nas ínfimas caminhadas, respeito imenso a morte; e apontava tudo num caderno. Nas contas, verifiquei que as formigas do canteiro da garagem eram mais resistentes. Não, não me interesso muito por biologia!



publicado por Gil Nunes às 10:33
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O besouro(150 dias até aos 30)

Uma editora convidou-me a escrever um post diário com as minhas memórias. Para compilar quando chegar aos 30! Faltam 150 dias

 

Nasci junto ao mar, mas não sei nadar. Eu sei que sou uma pessoa estranha, mas pouco me importam juízos de valor. Como eu costumo dizer, a definição de anormalidade num mundo corrupto pode sempre passar pela maior das virtudes!

 

Filho único, tive de inventar companhias toda a minha vida. Aliás, talvez tenha sido essa a génese da minha criatividade habitual. Nas minhas recordações não há muita gente, mas há episódios. E algumas pessoas, vá, pois também eu sou um animal social, ou pelo menos aprendi a ser.

Junto à praia da Madalena, lembro-me de ter um medo terrível de besouros, aquele bicho irritante que mais parece uma mutação genética da abelha Maia. Bem, primeiro era medo, depois aprendi a combate-los. Naquela praia ladeada por ruas de terra batida e uma ribeira nauseabunda(hoje Ribeira da Ateães) era frequente verem-me à noite, com uma pequena rede na mão, a tentar capturar os ditos insectos, cujo deslizar no ar provoca um som extremamente irritante.

 

Tinha 4 anos e fui picado por um besouro. Fiquei com a cara inchada mas, pior do que isso, tive um pesadelo terrível. Dormia no sótão onde pedi transferência de uma pequena cama imóvel, para um amontoado de colchas amplas que serviam de cama. “Ai, meu filho, isso faz-te mal à coluna”, diziam-me, mas pouco me importei. Foi nesse amontoado que tive um dos maiores pesadelos da minha vida.

 

Um velho desdentado, ladeado por dois assistentes, apareceu, nesse sonho, diante de mim e obrigou-me a por a mão no ar, jurando fidelidade à defesa dos besouros até ao final dos meus dias. Não sei como explicar, mas foi tão real que parece que estou a ver o velho desdentado diante de mim. Acordei imediatamente com um grito enorme, comecei a correr pela casa. Não dormi até de manhã. Não mais me esqueci desse sonho que me marcou, isto apesar da tenra idade.



publicado por Gil Nunes às 00:34
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Domingo, 21 de Março de 2010
Polonia -dia 1

Que nao haja duvidas que eu sou uma ameaca a aviacao internacional. Hoje, no caminho para Zakopane, via a minha bagagem de mao desviada para o porao e, a chegada, fui interrogado por um guarda de alfandega. Teve, imagine-se, o desplante de sacar de um monoculo para verificar se a minha foto do passaporte era falsificada.

 

Zakopane e bonito e acolhedor. Apesar de nao haver muita neve, a cidade e pitoresca e tem muita animacao. E jantamos que nem uns reis! De facto, meus amigos, a comida polaca e fabulosa. As jureks juntou-se um rodizio eslavo regados com muita cerveja local.


Antes, porem, uma atribulada viagem em que o carro comecou a apitar sem mais nem menos. No meio da auto-estrada, e sem eu perceber os motivos, o alarme disparou. Felizmente que o problema se resolveu e conseguimos chegar em seguranca.

 

O repasto foi magnifico e a nossa amiga Kasia ja se encarregou de nos dar os conselhos para amanha. Seguem-se mais peripecias marcadas para o dia de amanha. Hasta!



publicado por Gil Nunes às 22:33
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Sexta-feira, 19 de Março de 2010
A vodka é a principal causa do insucesso na Matemática

 

Chama-se Kaspars. Bebia vodka com mirtilo. Aliás, eu não percebo qual a fixação dos letões pelo casamento do mirtilo com a vodka. E digo-vos mais eu nem gosto muito desta introdução. À primeira vista pareço daqueles jovens malucos pela noite e pelo encanto das bebidas. Ora bem, para que saibam, o principal motivo que me leva a atentar no “vodka mirtilo” é o facto da bebida ser azul. E eu não saio muito à noite.
Nunca achei que o azul fosse bebível. Eu, se tivesse que criar um líquido qualquer azul, seria um detergente para a roupa. Estas cuecas vão ficar limpas como o azul do céu, como o mar ou os teus olhos. Se repararmos bem o azul está presente à nossa volta. Já uma vez me disseram que 95% do que se constrói ao nosso redor é resultado da Matemática. Da Matemática e do azul. Daqui podemos concluir, através de um silogismo, que a Matemática é a grande vodka da educação.
E estão todos embriagados. Agora queixem-se que os miúdos não sabem o teorema de Pitágoras, e são uns zeros a geometria. Toda a gente sabe que a vodka só deve ser consumida em ocasiões especiais, e em poucas quantidades. De resto, é uma garrafa que fica bem na prateleira. Para os mais racionais, é daquelas coisas que nunca é enxertada. Fica para quando o menino tiver 50 anos e estiver de mantinha nos joelhos a ver, na televisão, as marchas de Santo António.
Agora queixem-se que os miúdos usam muito a calculadora. Pudera! Olham para os números: mexem com eles, mas nunca os bebem. Não os consumem. Tal como a garrafa de vodka que o reguila do Francisco ofereceu ao pai. Eu até acho que, se fosse feito um estudo, chegar-se-ia à conclusão que o insucesso na Matemática seria proporcional ao exponencial aumento do consumo de vodka nos últimos anos.
Aliás, todos os grandes matemáticos são possuídos consumidores de vodka, mesmo que assim não o queiram admitir. Chama-se Kaspars. Bebia vodka mirtilo. Quem me levou até junto do Kaspars foi o Phil Ribatejano, que é uma” barra” a matemática. Agora pensem…


publicado por Gil Nunes às 12:34
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