Sábado, 31 de Dezembro de 2005
O maior número primo de sempre...in Ciberia
projecto de grid computing ajudou a descobrir o maior número primo de sempre, com mais de 9.152 milhões de dígitos.

Um projecto de computação norte-americano, designado GIMPS, descobriu o maior número primo de sempre, um cardinal com mais de 9.152 milhões de dígitos. A descoberta só foi possível graças ao esforço de mais de 200 mil computadores, ligados em rede, uma vez que o GIMPS (Great Internet Mersenne Prime Search) funciona como um projecto de grid computing.
O maior número primo, que é também o maior número primo Mersenne de sempre, é assim: 2 elevado à potência de 30.402.457 menos 1.
Esta é a 43º «vitória» conseguida pelo projecto que tenta decifrar os maiores números primos Mersenne, isto é, os números apenas divisíveis por si próprios e por menos 1. No total foram precisas 67 mil horas de trabalho de um processador Pentium de 90 MHz, mais de 700 supercomputadores e 200 mil PCs com capacidade total de cálculo de 18 Tflop por segundo.
Apesar da conquista, os investigadores continuam à procura de um número primo com mais de 10 milhões de dígitos, uma descoberta que terá direito a um prémio de 100 mil dólares da Electronic Frontier Foundation.
O melhor desta iniciativa é que qualquer pessoa pode ajudar, basta fazer o download do programa e participar com alguma da capacidade de cálculo do seu PC.


publicado por Gil Nunes às 16:35
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Afinal o grasnar dos patos ecoa!
Se pesquisarmos no Google, vão aparecer mais de 3 mil referências ao facto do grasnar dos patos não ecoar. Sempre foi daquelas coisas que fascinou os populares, não encontrando explicação para os fenómenos da Natureza. Mas, há bem pouco tempo, foi resolvido o mistério. Um "artista" da Universidade de Sydney, o maior especialista mundial em ecos, colocou várias espécies de patos no seu laboratório e concluiu que todos eles ecoavam como qualquer outro ser à face da terra. A explicação para o dito mito prende-se com o facto do pato viver em ambientes pouco reflexivos e do mesmo produzir um grasnar muito baixo, o que dificulta a acção do eco. Contudo, em condições artificiais, o grasnar do pato ecoa mesmo!


publicado por Gil Nunes às 13:25
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Maravilhas da Natureza
A RTP2 emitiu ontem um programa sobre as excentricidades da Mãe Natureza. De entre algumas que me lembro, aqui fica o meu pequeno resumo:

- Na Ilha de Rum, na Escócia, onde vivem apenas 27 pessoas e cerca de 3000 veados começaram, desde esta década, a aparecer vários pássaros decapitados. Num cenário pacífico onde estaria o assassino? A explicação foi dada pela ciência. Com um clima seco e quase inóspito, os veados(animais herbívoros) não encontravam na erva seca os minerais necessários à sua sobrevivência. Como a Natureza é inteligente(digo isto várias vezes) os veados tiveram a percepção que o crânio das aves continha os minerais em falta. Com isso, começou a chacina!

- Depois de tantos anos a serem atacados pelas cobras cascáveis, os pequenos ratos começaram a inventar soluções para a sua sobrevivência. Assim, estudos recentes tem demonstrado que os ratos, mal se colocam frente a frente com a cobra assassina, desatam aos saltos confundindo a cobra que está programada para ter visão raio-x, mais sensível ao movimento. E aqui temos outro aspecto dislumbrante, a cobra nunca ataca duas vezes! Se falhar a primeira investida, desiste imediatamente e procura outra presa.

- Os tubarões são o animal mais assassino do mundo. No acto da sua geração, as mães tubarão geram 6 filhotes mas só nascem 2. No ventre, existe uma luta titânica, com os dois mais fortes a comerem os seus quatro irmãos. Na superfície, os tubarões tem a capacidade de descobrir uma molécula de sangue em mil quilómetros.

- Os grilos carnívoros da Austrália são o único animal do mundo que se come a ele próprio. Alimentando-se de fezes e de animais decompostos, estes grilos, na falta de alimentos, comem as suas próprias patas traseiras, que depois não voltam a nascer.

- As leoas preferem os leões com jubas mais escuras porque este tom é visto por elas como sinal de virilidade;

A NATUREZA É INTELIGENTE


publicado por Gil Nunes às 12:58
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Sexta-feira, 30 de Dezembro de 2005
O meu sonho
Hoje tive um sonho terrível e que me deixou bastante intrigado. Sonhei que tinha morrido(dizem que isso é sinónimo de vida) e que, no meu funeral, acordava em virtude de uma catalepse. Atónitos, as pessoas em meu redor pensaram que eu era um líder religioso e logo me começaram a venerar como se eu fosse um Messias. Os dias a seguir foram horríveis, com milhares de seguidores a não me deixarem ter uma vida normal, sempre a intrometerem-se na minha privacidade. A partir daí deixei de ter aquelas pequenas coisas que tanto gosto e toda a minha vida se desmoronou, numa morte mais verdadeira do que aquela que seria se não tivesse tido o milagre da catalepsia.


publicado por Gil Nunes às 17:19
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Quinta-feira, 29 de Dezembro de 2005
Feliz ano 2006!
Desejo a todos os leitores deste blog uma feliz ano de 2006!

Para o novo ano prometo dedicar-me mais à Regueifa do Irão, sobretudo ao nível da informação regional.

Para todos as minhas melhores saudações

PS- Cumprimento especial a um leitor de Arcozelo que todos os dias me visita! Bem-haja!


publicado por Gil Nunes às 17:31
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A Quadratura do Círculo- Cavaco, Soares e a incrível história das papaias
Tive ontem a oportunidade de ver a “Quadratura do Círculo” na SicNotícias, programa que já não via há algum tempo. O tema central era, como é lógico, as eleições presidenciais, estando em cima da mesa a questão de Cavaco Silva ter sugerido uma Secretaria de Estado para as empresas estrangeiras, assunto que compete ao Governo.
Pacheco Pereira classificou de “ridícula” a dita acusação, dando exemplos de como Jorge Sampaio fez ingerências nos diversos Governos que atravessou, dando como exemplo a tomada de posse de Santana Lopes, em que o Presidente apelou a um maior rigor na justiça e nas contas públicas. No âmbito do combate político, Pacheco Pereira deu ainda conta da intervenção de Mário Soares num almoço do Alentejo, em que se manifestou indignado por comer papaias(fruto estrangeiro) quando em Portugal se produzem maçãs e peras de extrema qualidade.
Lobo Xavier, por seu turno, classificou de “paupérrima” a campanha de Francisco Louça, exclamando que o candidato apoiado pelo Bloco de Esquerda mais não fez do que um programa de segurança social, não tendo opiniões em mais nenhum campo.
Jorge Coelho, o dirigente socialista, condenou a intervenção cavaquista, exclamando que foi um deslize e uma verdadeira mostra daquilo que são as suas verdadeiras intenções, que passam em criar atritos ao Governo Socialista.


publicado por Gil Nunes às 13:22
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Louça in Diário Económico
candidato presidencial Francisco Louçã garantiu que se houver segunda volta nas eleições votará "no candidato que não se chame Aníbal Cavaco Silva", esperando que os outros candidatos da esquerda façam o mesmo consigo.

O candidato apoiado pelo Bloco de Esquerda (BE) falava aos jornalistas no final de uma sessão pública que teve lugar na noite de quarta-feira na Biblioteca Municipal de Vila Nova de Santo André (Santiago do Cacém), perante uma plateia de 150 assistentes, e que se prolongou pela madrugada de hoje.

"Na segunda volta, votaremos no candidato que não se chame Aníbal Cavaco Silva, pura e simplesmente, porque é assim que se pode conseguir a representação de um espaço político pela defesa dos direitos sociais e dos direitos económicos que são fundamentais no combate ao atraso", justificou.

"Sempre o disse e há registo de outros candidatos que o disseram também. Mário Soares já o disse. Jerónimo de Sousa também já disse que se for eu a passar à segunda volta, votará em mim, como é natural que faça", acrescentou.

Francisco Louçã acredita, no entanto, que é preciso concentrar esforços na primeira volta, apelando ao voto.

"O que vamos decidir na primeira volta é que política pode vencer a direita", defendeu.

Contra "políticas derrotadas", o candidato apoiado pelos bloquistas considera que "agora é preciso é mobilizar os abstencionistas e os indecisos".

"É preciso uma campanha contra a abstenção, para motivar aquelas pessoas que, com boas razões, estão indecisas ou se abstiveram, ou até não sabem se vão votar. Esses votos são os que vão decidir aquilo que escolhermos na primeira volta", sublinhou.

O candidato reforçou ainda a sua posição até ao final do processo eleitoral, garantindo que se manterá na corrida até ao fim.

"Eu disputo a segunda volta, como os outros candidatos a disputarão", concluiu.


publicado por Gil Nunes às 10:53
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Quarta-feira, 28 de Dezembro de 2005
Um Único Estado Mundial
O filósofo político norte-americano Alex Wendt defende que dentro de um mínimo de 100 anos o mundo será regido por um Estado único.

Com o século XXI ainda no seu início são várias as teorias criadas no sentido de prever um futuro para o sistema político mundial e a maneira como os vários agentes (vulgo países) vão interagir uns com os outros.

Uma das teorias mais interessantes que se tem vindo a desenvolver já desde meados do século XX é a de que o mundo só vai encontrar paz e estabilidade quando existir um Estado que reúna todos os Estados agora existentes, contrariando a actual tendência de anarquia, ou seja, de caos das relações entre os Estados.

O professor de Ciência Política da Ohio State University, Alexander Wendt, 47 anos, é autor de um artigo intitulado "Porque é inevitável um Estado mundial" [PDF], em que defende e argumenta a necessidade e a inevitabilidade de, a longo prazo (100 ou mais anos), ser criado um Estado único para todo o mundo.

Considerado pela revista de política internacional "Foreign Policy" o terceiro mais importante pensador político da actualidade, à frente de nomes como Samuel Huntington ou Francis Fukuyama, Alex Wendt explica ao JPN que um Estado mundial pode prevenir conflitos violentos e será, muito provavelmente, criado a partir das Nações Unidas, num sistema democrático e capitalista. Wendt acredita que o principal problema do futuro vai ser a distribuição de recursos, chegando mesmo a pôr a hipótese de uma "revolta do Terceiro Mundo".

O que é que quer dizer quando fala na inevitabilidade de um Estado mundial?

Pode levar 200 ou 500 anos, mas a ideia básica é que, a longo prazo, todos os caminhos da evolução do sistema irão chegar a esse resultado.

O que é que significaria para o mundo ter um Estado mundial?

Várias pessoas pensam coisas diferentes sobre isto, e dependendo dos pontos de vista concluir-se-á - ou não - se um Estado mundial é inevitável. Mas o que eu tentei fazer no meu artigo foi tentar construir um argumento que defenda um Estado mundial como portador do monopólio do uso da força, que é a definição tradicional de Estado. Isso pode não significar um governo centralizado igual aos governos internos que temos hoje, mas seria necessária uma autorização colectiva para o uso da força.

Acredita que essa autorização colectiva seria possível?

Sim, de acordo com o meu artigo é inevitável. Pode é demorar muito tempo.

Que tipo de governo teria um Estado mundial?

Esperemos que um democrático [risos]. Existirá um tipo de estrutura democrática, mas não tenho uma ideia exacta de como seriam os detalhes.

No contexto de um Estado mundial ainda existiria guerra?

Poderão haver conflitos violentos nalgumas situações, mas da mesma maneira que internamente quando existem conflitos o Estado intervem e põe termo à disputa, o mesmo se passaria a nível mundial. As guerras não seriam habituais dentro do sistema.

Que tipo de situações é que poderiam levar a um conflito?

Penso que conflitos pela distribuição de recursos entre o Norte e o Sul serão os mais importantes, que é algo que não abordei no meu artigo. Existirão também problemas em termos de reconhecimento de direitos que podem produzir conflitos. Mas penso que a problemática da distribuição é, a longo prazo, o maior desafio. Uma revolta do Terceiro Mundo, por assim dizer.

Poderia um Estado mundial ter um fim e, se assim fosse, que forma de organização se seguiria?

Outras pessoas já me fizeram esta pergunta e eu não lhes consegui responder. Poderá acontecer como acontece hoje em termos de política interna, ou seja, uma evolução e mudança constantes. Não tenho certezas sobre qual seria o caminho do sistema a seguir, mas não acho que haja apenas um caminho, por isso não tenho nenhuma visão fechada sobre o assunto.



in Jornalismo Porto Net


publicado por Gil Nunes às 10:42
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Portugueses ganham menos mas tem mais carros
Os portugueses auferem vencimentos inferiores, produzem menos e procuram menos o dentista do que os espanhóis, mas têm mais carros, comem mais batatas e recorrem mais ao telemóvel do que os vizinhos. Estas são algumas das conclusões do estudo "A Península Ibérica em números", ontem divulgado conjuntamente pelos institutos nacionais de estatística (INE) dos dois países. O trabalho mostra, também, que apenas a região de Lisboa consegue equiparar-se a algumas das regiões mais ricas de Espanha, seja no rendimento disponível, seja nas idas ao cinema.

De acordo com o estudo, há em Portugal, em média, 558 carros por mil habitantes, enquanto em Espanha este indicador é de 460, apenas três abaixo da média da UE.

São poucos os lares portugueses que dispõem de ligação à internet. Em média, esta tecnologia está disponível em 26% das casas - contra 34% em Espanha e 43% na UE, em média - enquanto nas empresas com mais de dez trabalhadores, a diferença entre um país e outro varia é de 77% para 87%. Se a análise incidir no número de computadores por lar, constata-se que apenas Lisboa surge ao nível da Catalunha, País Basco ou Comunidade de Madrid, onde a existência deste equipamento se situa entre 50% e 60%. Neste domínio, apenas o Algarve consegue escapar também (mas em menor escala) à reduzida média nacional. Outro dos dados onde Lisboa se equipara a Espanha é nas idas ao cinema (neste campo, mais uma vez, a região da capital se distancia do resto de Portugal), no rendimento per capita (entre 17 e 24 mil euros, contra uma média nacional de 12500) ou no número de médicos por mil habitantes (entre três e cinco, quando no resto do país esta relação oscila entre um e três). Num país como Portugal, onde a economia tem mostrado dificuldade em recuperar - com a curva do Produto Interno Bruto a "perder" terreno para Espanha desde meados de 1998 - e onde os dados mostram que muito do que consumimos é importado, não deixa de surpreender que, ainda assim, os vizinhos ibéricos ostentem um défice comercial superior ao nosso.

Os estudo, feito com base em dados do Eurostat para evitar diferenças na metodologia, mostra que Espanha absorve 24,9% das nossas exportações e nos vende 29,3% do que importamos. A relação comercial não é recíproca, já que o grande mercado exportador espanhol é a França, e o o grosso das importações é feito da Alemanha. Na Educação, o estudo revela que por cá há mais procura de licenciaturas nas áreas das ciências da educação, sociais, saúde e serviços sociais, e em Espanha se aposta nas engenharias, indústria, gestão e administração.

Outra das grandes diferenças é o custo do trabalho na indústria e serviços, que aqui ronda os 1343 euros por mês e lá ascende a 2017 euros. Se a comparação for feita apenas para a indústria, a disparidade é ainda mais acentuada 1162 euros e 2306 euros mensais. Na produtividade, a performance dos nossos vizinhos mostra-se também mais favorável. Há, porém, indicadores de desenvolvimento em que "batemos" a Espanha. É o caso do comércio electrónico, que por cá representa 1,3% do total das vendas (acima dos 0,4% em Espanha, mas inferior à média de 2,1% da UE), ou das assinaturas de telemóveis - 96 por 100 habitantes entre nós; 90 do lado de lá da fronteira e 81 na UE.



in Jornal de Notícias


publicado por Gil Nunes às 10:10
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Terça-feira, 27 de Dezembro de 2005
Treinados para mentir
Estou a meio, por motivos de sono, do filme "Assassinato de Ricard Nixon". No que me deu a constatar até ao momento, a personagem principal interage por carta com Leonard Bernstein(do escândalo Watergate),dizendo que o sonho americano não é mais que uma promessa adiada até à eternidade. Vi repetidas vezes o trecho em que Nixon prometia o regresso dos soldados do Vietnam. Não se cumprindo a promessa, o presidente voltou a ser reeleito, numa sequência de ilusões que são o sonho distorcido do cidadão.
No mesmo filme, a personagem principal (Sam) é um vendedor sem vocação, que tem que mentir e ir contra os seus princípios de honestidade para alcançar os seus intentos. É obrigado a transformar os seus valores de modo a poder sustentar a sua família.Não se cansa de repetir que está completamente farto....
Vendo este retrato, podemos fazer a ponte para os dias de hoje. Em muitas profissões e actividades, somos meramente obrigados a distorcer a realidade para termos a melhor margem de lucro, promovendo um canibalismo que nos augura um pseudo-exito, em que as palmas surgem mas os valores desaparecem. Somos treinados a pregar rasteiras ao próximo, numa lógica de amealhar o maior lucro possível e com isso subir na nossa micro-vidinha rasca
Serão estes os ideias de direita? Não, não me parece porque acredito que esses ideais se baseiam em princípios economicos tomando as empresas como motor dos países. Aliado a este realismo, contrapoem-se os valores e as regras que fazem do ser humano irmão do seu próximo. Mas esta convivência nem sempre é possível, porque este equilíbrio é dificil de estabelecer. Estamos ainda, é certo, na fase em que o lucro é a parte da balança que mais pesa!


publicado por Gil Nunes às 17:06
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