Sábado, 31 de Maio de 2008
Pedido de desculpas mais semana das línguas

Devo a todos os que por aqui passam um pedido de desculpas pelo facto de não ter actualizado o blog nesta semana. Seja como for, a Regueifa do Irao continua e continuará dinâmica.

 

Hoje inauguro a semana das línguas aqui no blog. Depois das minhas viagens à Suiça e à Polónia, constatei que a minha fluência de língua estrangeira está na mó de baixo, com engasgadelas frequentes. Assim sendo, para me auto-avaliar e numa onda de desemperramento, os posts desta semana serão escritos em ingles, frances e italiano. Não vou usar qualquer tipo de auxílio e tudo o que não souber será escrito em português.

 

I woke up today and I remembered my childhood. When I was younger I had the habit of wearing a cap very often. I looked into my closit and I noticed that my caps were too old, so they are not aware of today´s lifestyle and esthetic.

 

I noticed too that I must get fitter. By that I went to Gaiashopping by my own feet and I entered into Sport Zone and watched some caps. I don´t know why caps must have so many colours. I think cooler caps are simple white or black, with a small symbol giving it the sense of style. If I were a cap producer, I would only make my caps by these colours. For me, it´s like looking to grass and thinking on dinner. Being a memal, that doesn´t make any sense.

 

When I was going to pay, I noticed that the man behind me was going to buy the same cap. I felt good and i thought that my prayers and my telephatie were working. With my super powers, I am since then trying to change the world. Now I am wishing not to see any kind of MADEIXAS on girls anymore. I think that my telephatie, and my taste, can give the world a better smile!

 



publicado por Gil Nunes às 19:46
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Sexta-feira, 23 de Maio de 2008
Indiana Jones no Saw V

 

Ontem estive a ver o trailer do Saw V, a estrear uma semana antes do Halloween, aliás como tem vindo a ser hábito. Como já disse anteriormente, os jogos de medo mostrados pela sequela tem estado a decair de interesse, pelo que as mudanças seriam urgentes de serem efectuadas.
 
Depois de já ter dado a conhecer as minhas sugestões relativamente a novos jogos, ocorreu-me de ideia de fazer uma fusão cinematográfica com a sequela de Indiana Jones.
 
Só mesmo o velho Dr. Jones, com toda a sua astúcia e perícia, seria capaz de desmantelar toda mente mórbida do Jigsaw Killer. Com o seu chicote e chapéu imagem de marca, seria a personagem ideal para, isolado numa casa, resolver os enigmas porta-a-porta, terminando a série em beleza. Se outrora foi buscar o Santo Grall, agora é tempo de decifrar o mais perverso dos jogos.
 

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publicado por Gil Nunes às 11:31
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Sexta-feira, 16 de Maio de 2008
Mister Mack

Não o conheço nem tão pouco vou ter oportunidade de fazer enquanto cá andar. O dito "Mister Mack" andou por cá nos anos 40, altura em que esteve nos Açores com o exército inglês.

 

No meio das tácticas bélicas e do armamento, portugueses e ingleses foram criando raízes de amizade que perduravam em animados convívios, onde não faltavam os jogos de futebol. Nesses treinos havia mesmo militares que jogavam no Arsenal de Londres, que por força da guerra não poderam seguir a carreira que mais gostavam.

 

Tudo isto me foi revelado "a long time ago" pelo capitão Sousa Marques, um ex-combatente português. Dizia-me ele que dos longos contactos com os britânicos lembra-se de um indivíduo com uma verticalidade e personalidade impressionantes. Era o tal Mister Mack, que apesar de não ter ficado para a história ficou pelo menos com o registo de atitude nobre, dignidade e altruísmo.

 

Nos catrapácios, infelizmente, para todos não há lugar. Restam os contadores de histórias para preservarem as memórias de todos aqueles que ao estarem neste mundo...deixaram-no melhor! Vivam os heróis desconhecidos!


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publicado por Gil Nunes às 21:11
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Quinta-feira, 15 de Maio de 2008
Herman José e o "Parabéns"

Nos sábados dos anos 90, com Herman José como principal referência humorística da altura, a RTP emitia o programa Parabéns. Sendo direccionado à família, o programa tinha alguns bons momentos, e lembro-me de alguns convidados em particular. Era preciso ver que nesta altura Herman José tinha alguma piada, apesar de eu nunca ter sido particularmente seu apreciador. Acho que o humor é reflexo da inteligência e quando se recorre ao fácil e brejeiro perde-se o nível e recorre-se ao caminho mais fácil para provocar a gargalhada, motivada pelo choque e não pela criatividade.

 

Assim sendo, era necessário ter alguma capacidade de filtragem para se suportar o Herman. Lembro-me de uma entrevista por ele dada a RTP 2 em que disse que se fosse noutro país ninguém o suportaria. Eu também acho que sim e, sinceramente, acho que um artista não se faz de fogachos como era o seu caso, mas sim de uma carreira consistente. Apesar de tudo destaco-lhe algumas virtudes como a capacidade de improviso e a versatilidade artística, patente sobretudo ao nível da música e da representação.

 

Voltando ao "Parabéns" lembro-me de duas entrevistas em particular: uma realizada a Vítor Baía, na altura um guarda-redes em ascensão no F.C.Porto, em que se lembrou de dar o crédito a Artur Jorge por o ter lançado num encontro frente ao Vitória de Guimarães quando apenas tinha 19 anos. Nesse momento, Vítor Baía subiu vários pontos na minha reputação, pela gratidão que demonstrou, na altura em que Artur Jorge era já um nome um tanto ou quanto esquecido.

 

Outra entrevista que me ficou na memória foi a de Patrícia Tavares. Ganhando algum mediatismo fruto da participação de novelas, a jovem actriz passou todo o tempo da entrevista a rir-se que nem uma menina mimada, com respostas telegráficas e sem qualquer tipo de interesse. A partir desse momento, e até aos nossos dias, não mais conseguiu nutrir simpatia pelo seu trabalho.

 


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publicado por Gil Nunes às 12:51
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Quarta-feira, 14 de Maio de 2008
Jogo- Filosofia e Probabilidades

Razão e emoção, controlo e descontrolo. A arte do jogo requere uma correcta noção de todo o universo com que se está a lidar, sob pena de tal desequilíbrio provocar pena capital.

 

È, de facto, senso comum o facto de o elevador para a sorte ser de risco, mas o seu desiderato positivo provocar grandes benefícios de uma só vez sem grande esforço. Seguindo esta lógica, o caminho inverso também pode ser percorrido, ou seja, num pequeno sopro podemos tudo deitar a perder.

 

Todavia, a razão pode servir para se equilibrarem os esteios, colocando pequenos diferenciais a nosso favor. Fazendo a ponte para a filosofia, podemos reparar que a sorte e o azar são dois extremos em que o homem tem o seu ponto de partida exactamente no seu meio. Deste modo, ambos estão à mesma distância na hora da partida, ou seja, fortuna e desgraça.

 

Ao mesmo caminho da fortuna e da desgração não estão, de todo, as probabilidades. A estatística confirma uma maior hipótese de sucesso ou insucesso numa determinada aposta. Logicamente, a maior relação com a probabilidade de sucesso provoca um menor lucro e, inversamente, uma maior probabilidade com o sucesso um lucro maior.

 

Nestas contas, a meu ver, a razão desempenha papel fundamental. A partir do momento em que o controlo não se perca, que nesta área nem sempre é fácil, o sucesso poderá advir com maior facilidade. O primeiro passo passará por se definirem metas e plafonds que religiosamente não podem ser ultrapassados. Sem qualquer hipótese de quebra deste vínculo por parte das emoções, ou "fezadas", o lucro a provir do jogo será definido pela manutenção do equilíbrio das finanças, num primeiro cenário, e posteriormente pela conquista de pequenos diferenciais em apostas de risco pouco elevado, sendo a sua acumulação o factor de maior performance ao longo dos tempos até que se atinja o plafond definido.

 



publicado por Gil Nunes às 12:14
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Terça-feira, 13 de Maio de 2008
Festa das rosas

Em todo o lado existe conhecimento a ser captado. Hoje, tomei conhecimento da Festa das Rosas de Viana do Castelo, que segundo as fotografias que tive oportunidade de ver me parece um belo espectáculo. Esteticamente, fiquei admirado com a quantidade de objectos e paisagens construídos a partir de rosas, recriando por exemplo monumentos como a Torre dos Clérigos ou a Ponte D. Luiz. Nas fotografias tive também oportunidade de ver as magnificas representações de artesanato típico feitas de forma gigantesca a partir de alfinetes. Apesar de estar a par de muitas tradições do género, devo dizer que esta me despertou particular atenção, sobretudo pela sua originalidade, estética e bom gosto.

 

Tal me foi contado pelo Sr. Madureira, motorista da Câmara Municipal. Tenho por hábito desprender-me dos formalismos com que estes profissionais me tratam, tentando coloca-los logo à vontade. E primeiro lancei a minha colherada sobre os melhores locais para se comerem petiscos em Gaia, dando dois ou três exemplos e o respectivo preço. Palavra puxa palavra e em Ponte de Lima é que se come bem!

 

Ora, quem diz Ponte de Lima diz Feiras Novas e quem diz Feiras Novas puxa para a Festa das Rosas. Mostrado interesse pedi para ver as fotografias que ele, a tanto gosto, tinha guardado. Imagens que me ficam na memória, representações populares de grande devoção e estima e, pelo menos, em mim uma referência. Sempre que me falarem em Festa das Rosas já sei a que local se referem.

 

Sem qualquer tipo de pesquisa mais aprofundada, até porque não é dos temas que mais seja apreciador, penso que este tipo de episódios são enriquecedoras e úteis, podendo ser utilizados noutros aspectos da nossa vida, seja como referência criativa a partir das imagens seja pelo próprio conhecimento em si, na sua compoente de cultura geral e de respeito pelas tradições populares do nosso país.


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publicado por Gil Nunes às 14:58
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Segunda-feira, 12 de Maio de 2008
O tetradente latino das moedas de um euro

Tenho quatro moedas de um euro na carteira. Não sou coleccionador de moedas mas sou um atento observador de factos curiosos. Tenho, portanto, uma moeda de cada um dos países latinos da União Europeia: Portugal, Espanha, França e Itália.

 

Muitas das coisas, ou decisões da nossa vida, são baseadas nos jogos de probabilidades. Mediando as consequências positivas e negativas, tomamos as nossas decisões em funções de probabilidades que nos sejam mais vantajosas. No dinheiro, por exemplo, se ontem tivesse que fazer uma aposta relativa à natureza das minhas moedas de um euro, por certo que não apostaria na combinação de tetradente latino. É como se a sorte me tivesse batido ao pilar errado, ou seja, estivesse a subir da minha garagem até casa tentando derreter com a saliva ácida o cimento que compõe os dez pisos.

 

As coisas curiosas estão mesmo aqui ao lado e basta estarmos minimamente atentos. Basta jogarmos e esperarmos que a sorte bata no sítio certo. Quando fitei as quatro moedas, ouvi na rádio a velha canção "Maria Magdalena" de Sandra. Pois bem, qual a conjugação destes factos poder ser prevista durante o dia de ontem? Tão pouco provável, por certo, como eu ganhar o euromilhões.

 

Fui tomar o pequeno-almoço e, para o pagar, tive que me livrar de duas das quatro moedas. Portugal é o meu país e a Itália é sinónimo de elegância, as escolhas já estão feitas! Au revoir e Adiós, sonni cosse della vita no âmago do peito ilustre lusitano.

 

 



publicado por Gil Nunes às 11:58
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Domingo, 11 de Maio de 2008
Jurek e algumas palavras polacas

Ainda no rescaldo das inesquecíveis férias na Polónia(obrigado amigo Nuno Bezelga por toda a hospitalidade), quero partilhar com vocês um excelente prato que tive o prazer de experimentar.

 

A Jurek é uma sopa tradicional polaca constituída por um mega-pão moldado em forma de mini-caldeirão. Depois de comermos o pequeno tacho, descobrirmos no seu interior um caldo com pequenos nacos de carne, verdura e alguns condimentos. O truque para que a nossa Jurek fique mais suculenta passa por molharmos o miolo do pão, que se encontra no seu interior, e mistura-lo com o caldo, fazendo assim uma espécie de sopa sólida.

 

Sou apologista que conhecer um novo país é também sinónimo de entrarmos sem receio nos seus costumes culinários. Apesar de ser um pouco condimentada, a comida polaca tem traços de gosto e de requinte, sofrendo influências de vários países que estão à sua volta. Além da Jurek, recomendo também o Strogonoff de carne. É uma espécie de tapas de carne de vaca, envoltas num molho extremamente acetinado. Acompanhado por batatas assados, posso dizer que é um belo jantar!

 

Mudando de assunto, na Polónia é muito dificil encontrarmos, no cidadão comum, alguém que fale fluentemente inglês. Deste modo, para nos desenrascarmos, é necessário aprender algumas palavras básicas para podermos comunicar. É claro que não podemos deixar de parte a destreza na linguagem gestual. Aqui ficam, de seguida,algumas palavras que aprendi. Peço que não levem a sério a forma como estão escritas, pois apenas vou ter interpretar a sua sonoridade:

 

Djin Dobre- Bom Dia;

Dobi Sagna- Adeus;

Pro Proche- Por Favor;

Jancuia- Obrigado;

Jancuia Varzo- Muito Obrigado;

Tak-Sim;

Niet- Não;

Levo- Esquerda;

Pravo- Direita;

Prosto- Em Frente;

Rasunia- Percebi;

Niet Rasunia- Não percebi;

Iac Movie Maoe Popolsko- Eu falo um pouco de polaco;

Perón- Linha

Maoe- Pouco

Varzo- Muito

 

Outros aspectos interessantes prendem-se com a forma como lemos os nomes das cidades.

 

Kraków lê-se "Krakuf"

Lodz lê-se "Utche"

Wroclaw lê-se "Brotssuava"

Nysa lê-se "Nissa"

 

 

 

 

 


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publicado por Gil Nunes às 14:35
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Sexta-feira, 9 de Maio de 2008
Voyage, Voyage

 

Apesar de ser uma língua que na sua sonoridade apela à melodia, poucas são os temas que conhecemos cantados em francês. Lembro-me de assistir aos programas de descoberta de novos talentos, como o “Chuva de Estrelas”, e de ninguém vermos a cantar em francês.

 

Ainda assim, depois de rebuscarmos um pouco nas músicas que ouvimos na rádio, conseguimos encontrar alguns temas cantados nesta língua. Um dos mais célebres é o “Pourque tu m’aimes encore” da Celine Dion, tocado com frequência. Nas rádios mais especializados, podemos também encontrar temas da Edith Piaff ou do Jacques Brel, nomes fortes da história da música francófona.

 

Depois de encontrar também salpicos no “N’ Oubliez Jamais” de Joe Cocker, um dos temas que convém lembrar é o “Voyage, voyage” dos  Desireless, um dos temas fortes dos anos 80. É verdade que não gosto da música, mas o Youtube permite-nos, hoje em dia, conhecer outras versões do mesmo tema que podem transformar o enfadonho em algo de memorável.

 

É o que acontece nesta versão gregoriana. Ao ritmo mais corrido do tema original, a nova versão transmite mais tranquilidade e serenidade, em consonância com um ritmo mais adaptado à época medieval. Aliás, devo dizer que esta é, para mim, a verdadeira farpela do tema. Somos também contemplados com um solo que nos transmite a ideia do vento, elemento importante de interpretação do clip, numa voz que apesar de não parecer muito forte e vincada,  nos transporta para a própria viagem que o tema personifica.

 

Desfrutem!

 

http://www.youtube.com/watch?v=rebakg9XPa0



 


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publicado por Gil Nunes às 10:42
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Quinta-feira, 8 de Maio de 2008
Miesczo I

É o D. Afonso Henriques da Polónia. Tal como o nosso primeiro rei, também Miesczo I um dia se revoltou e decidiu começar a sonhar naquilo que hoje é a Polónia.

 

Encontrei muito pouca documentação sobre Miesczo I em português. Mas pelo que a minha curiosidade me disse, sei que nunca foi rei, apesar de ter começado a delimitar as fronteiras da Polónia do norte até ao Báltico. Foi ele quem, em 966, converteu a Polónia ao Cristianismo, com muitos historiadores a argumentarem que foi uma forma de se defender das ofensivas bárbaras da altura, conquistando aliados noutros pontos da Europa.

 

No seu principado(nunca foi rei) Miesczo I não colocou qualquer capital na Polónia. Construiu sim uma série de castelos como uma espécie de espaço fortificado e inexpugnável. Construiu também inúmeras catedrais, sendo talvez a mais importante a de Poznan, dedicada a São Pedro.

 

O seu trabalho teve consequência nos reinados seguintes, dado que desenhou o que hoje conhecemos como Polónia. Teve também uma enorme bravura no combate realizado contra as ofensivas bárbaras, batendo Otto I, Otto II e Otto III.


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publicado por Gil Nunes às 10:29
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