Segunda-feira, 30 de Junho de 2008
Liége- Un reve

 

Ontem cometi um lapso imperdoável. Na minha lista de países predilectos, esqueci-me de referir a minha tão amada Bélgica, país que como já referi é berço de requinte e glamour.
 
Na Bélgica, há uma cidade que me suscita particular atenção, apesar de nunca ter tido a felicidade de a visitar. Falo de Liege, a cidade do “15 de Agosto” e dos seus festivais de folclores, embutidos no centro de uma urbe cosmopolita que congrega juventude e vida nocturna com reavivamento das tradições.
 
São conhecidas as suas largas ruas pedonais, onde os universitários fazem majestosas festas ao longo de todo o ano, destacando-se a festa de São Nicolau a 6 de Dezembro. Nos restaurantes, destaque para o conhecido “Lapin à Liege” servido com garfo e colher, pois cortar com faca é ofensivo para o cozinheiro dada a carne ser tão tenra. Como sobremesa, uma suculenta “Liegeois”, doce de chocolate e baunilha de toque aveludado e não enjoativo.
 
Está geminada com a cidade do Porto. É a cidade natal do escritor Georges Simenon.


publicado por Gil Nunes às 11:50
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Domingo, 29 de Junho de 2008
I like / I don't like

 

Era tarde quando cheguei ontem mas ainda tive tempo para ligar a televisão. Deparei-me com um curioso teste que estavam a fazer a um jogador de basebol, que até já tinha visto reproduzido em Portugal com o João Moutinho e que tinha adaptado para preencher o hi5.
 
Chama-se “I like, I don’t like” e vou tentar fazer comigo mesmo. É um desafio que, pelo que percebi, consiste em dizer o que mais e menos gostamos em vinte parâmetros diferentes. É, por assim dizer, um teste ao inconsciente:
 
Eu gosto- Esqui
Não gosto- Vela
 
Eu gosto- Cavalos
Não gosto- Cães
 
Eu gosto- Seinfeld/ Prison Break/Poirot
Não gosto- Lost/Lord of the Rings/Star Wars
 
Eu gosto- Amos Oz/ Lagerkvist
Não gosto- José Saramago/Margarida Rebelo Pinto
 
Eu gosto- Policiais/ Comédia
Não gosto- Western/ Ficção Científica
 
Eu gosto- História/ Literatura
Não gosto- Matemática/Informática
 
Eu gosto- Revistas de Futebol
Não gosto- Revistas de Carros
 
Eu gosto- Gin Fizz
Não gosto- Whisky/Rum
 
Eu gosto- Zé Carioca
Não gosto- Batman/Homem Aranha
 
Eu gosto- Futebol
Não gosto- Basquetebol
 
Eu gosto- Itália/Portugal
Não gosto- Espanha, Rússia e China
 
Eu gosto- Salazar
Não gosto- Álvaro Cunhal
 
Eu gosto- Um saco cheio de cabeças
Não gosto- Mr. Bean
 
Eu gosto- Praia/Montanha/Cidade
Não gosto- Campo
 
Eu gosto- Hoteis
Não gosto- Campismo
 
Eu gosto- Jardins
Não gosto- Aquários
 
Eu gosto- Leitão
Não gosto- Sardinhas/Diospiros
 
Eu gosto- Dave Matthews Band
Não gosto- Hip-Hop
 
Eu gosto- Relojoaria/Joalharia
Não gosto- Deselegância
 
Eu gosto- Comer
Não gosto- Cozinhar


publicado por Gil Nunes às 12:03
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Sábado, 28 de Junho de 2008
Exercicio criativo

Há um exercício muito curioso para quem quer estimular a sua criatividade. Pegamos em cinco palavras ao acaso e em cinco minutos toca a fazer uma história que contenha as mesmas palavras. No caso, retirei as últimas palavras de textos profissionais que tinha feito.

 

O desafio torna-se interessante quando levamos a questão do tempo mesmo a sério. A grande dúvida é saber se conseguimos colocar mesmo um ponto final na história.

 

Ora bem:

 

Palavras obrigatórias:

 

Sombra, branco, hino, coração, dália

 

"Eram gladíolos, dálias e mais flores acentuadas que decoravam aquele jardim. Bandeiras coloridas dispersas nos átomos daquela imensidão de verde que absorvia o azul da água para se tornar resplandencente.

 

Na sombra, apenas eu sentado numa das dobras daquele livro magnifico que devorava em cada página. No meu encalço crianças saltitantes que riam e saltavam à corda sem grande jeito...em cada gargalhada estridente o hino de um presente com aroma e um futuro de fragâncias desconhecidas..."

 

E eu pensava e sentia, não sabendo qual das duas partes havia de ser mais eclipsada pela outra em prol da sua superioridade. Ao sabor do vento, diziam-me os relatos longinquos que estas equações resolvem-se pintando os corações com cores de paletes ou então deixa-los a preto e branco. Cabia-me a decisão"

 

04:57!!!!



publicado por Gil Nunes às 19:35
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Sexta-feira, 27 de Junho de 2008
Cartas de Ewa Kolochewa

 

Polónia, país de gente acolhedora, mas sem brio. No ar ainda se sente o fumo da discórdia, os conflitos e as discussões que fustigaram o futuro das gerações. Lá, no leste, as paredes das casas não estão pintadas e os móveis ainda não adquiriram o sentido do gosto.
 
Sente-se alguma anarquia, tristeza no olhar enquanto se recebem os turistas com muitos gestos curvilíneos. Nas cidades, algum investimento estrangeiro é o sustento de algumas famílias. Quando os conseguimos descobrir prezam o trato fácil, a sinceridade e a limpidez de espírito. Dizem estarem fartos de ser enganados, enquanto sorriem com o crescimento da sua moeda.
 
Perguntam-me como é que é o meu país. Digo que venho de um Portugal de brandos costumes, de conflitos mesquinhos e efémeros, onde o futebol faz vibrar multidões e esquecer os problemas da nossa vidinha quotidiana. É verdade, e também atravessamos o tempo como os demais… com agruras, tremores, amores e desilusões, épocas truculentas de decisões difíceis. Mas, como dizia o poeta, eu vim mesmo de um país azul!
 
Recebi hoje uma carta da minha amiga Ewa Kolochewka, que reside em Gliwice. É jurista e recentemente visitou a Ucrânia, onde tem família. Espero que os mais desatentos fiquem com a real noção do que é uma tragédia social:
 
 
“As pessoas na Ucrânia são pobres, mas hospitaleiras. No passado, a Ucrânia sofreu muito por causa de alguns excessos da aristocracia e da nobreza. No meio do século, a Ucrânia pertencia à República Polaca. Depois veio a revolução comunista e muitos cidadãos foram mortos, assassinados quer por movimentos banditistas quer por civis. Dos que morreram, os que mais sofreram foram aqueles que pertenciam à alta classe polaca.
 
Foram tempos sangrentos…após a II Guerra Mundial a Ucrânia foi ocupada pelos soviéticos, tornando-se parte da URSS, contra a vontade do povo que por todos os meios não queria o comunismo. Mas a força imperou. Estaline matou milhões de ucranianos, colocando outros milhões em miséria extrema. Foi terrível, chegou-se a praticar canibalismo, da mesma forma como hoje se vai ao McDonalds.
 
Felizmente que agora, depois da revolução laranja, tudo está mais calmo e felizmente a Ucrânia está aos poucos a mostrar a incrível beleza natural que tem”
 
 


publicado por Gil Nunes às 11:32
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Quinta-feira, 26 de Junho de 2008
Onde há fumo há fogo- Discordo

 

Depois de já ter manifestado a minha discordância em relação aos adágios “A nossa liberdade acaba onde comeca a dos outros” e “só é derrotado quem desiste de lutar”, venho agora contestar o muitas vezes referido “Onde há fumo, há fogo”.
 
A este ponto recordo uma conversa mantida com um amigo que exerce a profissão de detective privado. Disse-me ele, um dia, que eu não tinha a mínima noção das relações que terminavam por causa de ninharias. Confesso que não duvido da veracidade da afirmação, até porque o factor da observação depende da interpretação do indivíduo, entrando aqui em causa o factor disparidade: o que para uns pode ser um tiro, para outros pode ser uma cebola.
 
É lógica que não podemos enterrar a cabeça na areia como a avestruz e não prestar atenção a eventuais sinais de que algo terá acontecido. O fogo poderá, de facto, existir. Todavia, e indo numa lógica de detalhe, os motivos que podem ter estado na causa de um determinado facto são sempre alvo de explicação, entrando aqui em linha de conta a comunicação verbal e a já mencionada interpretação.
 
Rebuscando na minha experiência pessoal, digo mesmo que na maior parte das vezes há muito fumo e quase nenhum fogo. Atendendo aos detalhes e a perguntas inocentes que podemos colocar às pessoas, descobrimos por vezes que o relatado não é mais que uma exacerbação dos factos em prol de outros objectivos, como as valorizações pessoais e sociais.
 
Quando há na realidade fogo, penso que também o fumo daí proveniente não retrata de uma forma absolutamente fidedigna o real sucedido.

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publicado por Gil Nunes às 10:44
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Quarta-feira, 25 de Junho de 2008
Civismo e ordem pública

 

Domingo, passeio pela margina marítima de Gaia. A mega afluência de pessoas faz com que a circulação se faça de forma difícil, mas ainda assim a uma velocidade tolerante. Depois de passar pela zona da Sereia e de Lavadores, continuo o meu caminho em direcção a Afurada. Numa das margens do Largo do Linho, via recentemente inaugurado, constato o primeiro exemplo de falta de civismo.
 
Ao meu lado direito, um amontoado de estacionamento anárquico transforma uma circulação de dois sentidos em apenas um. Presumo que por mero comodismo as pessoas não quiseram procurar estacionamento nas imediações pois, após fazer um pequeno desvio de marcha, confirmei a existência de vários lugares.
 
Ao chegar a casa, fiz um pequeno passeio pelo Jardim Soares dos Reis. Em pleno relvado, um casal colocava o seu cãozinho a defecar. Se já me passo com desordenamento do trânsito, fico mesmo furioso com sujidade. Não me contive e pedi explicações ao dito casal, alegando que o espaço público era de todos e que não admitia este tipo de infracções.
 
“Faça uma queixa, se quiser”, responderam-me de forma rápida.
 
Porque é normal. Os cãezinhos podem fazer cocó no jardim e o mundo inteiro assiste impávido e sereno. Em Portugal há determinadas infracções que são socialmente aceites e que não merecem reprovação de todos. Penso que vai de encontro a uma turva definição de espaço públicos: enquanto que para alguns o espaço público é de todos, para outros pertence a ogres chamados “Câmara”, “Estado” ou “Sistema”.
 
Continuarei a fazer chamadas de atenção sempre que me parecerem pertinentes. Por muito que possa parecer inoportuno, julgo que devemos ser o primeiro a dar o exemplo em certas situações que contribuam para a deturpação da ordem pública.


publicado por Gil Nunes às 14:55
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Sábado, 21 de Junho de 2008
O meu dispositivo

 

Toda a gente tem um dispositivo que acciona a parte criativa de uma forma espontânea. É certo que uns tem uma capacidade de efabulação mais desenvolvida que outros, provocando uma maior corrente de conteúdos a partir do momento que esse dispositivo é provocado.
 
No meu caso, além das musas inspiradoras, funcionam como dispositivo os discursos monótonos bem construídos. É como se estivesse a entrar numa porta. À medida que vou tentando captar a essência do discurso, vou-me perdendo noutras esferas do meu acto criativo. É como se estivesse a mergulhar numa piscina de palavras, e cada uma delas representasse um fio condutor para outros voos imaginativos. Não resulta, no entanto, se o orador não for coerente e dinâmico no discurso
 
É uma mulher inteligente, com uma coerência de discurso que devo elogiar. Até que acredito que se falasse com ela noutras circunstâncias pudesse ser interessante, mas o que é facto é que já não é a primeira vez que ouço Maria de Belém discursar sobre temas que a mim, pessoalmente, não despertam interessante, apesar de logicamente respeitar os devidos temas. Já a ouvi falar sobre a emancipação da mulher, sobre segurança social e, desta vez, sobre o mutualismo. Estava accionado o dispositivo.
 
Naquela meia hora de intervenção saíram para o meu bloco rasgos poéticos de rima fácil, notas sobre situações de emperramento criativo que estou a ter no livro, novas ideias de contos e melhoria de situações de pequenas histórias. Três páginas que vou guardar religiosamente, fruto daquele mergulho de meia-hora extremamente produtiva noutros campos.


publicado por Gil Nunes às 16:35
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Sexta-feira, 20 de Junho de 2008
Baliza de Portugal: A solução Hugo Ventura!

 

Com a deplorável exibição de Ricardo ontem, urge nova discussão sobre quem será o guardião português de futuro. Após vários erros acumulados em momentos decisivos, basta lembrar os jogos frente à Grécia (2004), Inglaterra (2004), Liechtenstein(2006)., Sérvia(2008), República Checa(2008) e Alemanha(2008), considero que o ponto de saturação em relação às suas exibições chegou. Penso até, que em algumas situações, devia ser responsabilizado como neste último jogo, onde foi claramente o elo mais fraco.
 
Tem algumas qualidades entre os postes, a jogar com os pés e a defender grandes penalidades. Mas o futebol é feito de cruzamentos, saídas destemidas e boa colocação. E isso Ricardo não tem, e para um guarda-redes da selecção é algo de grave. Numa solução esgotada, e que na minha opinião não deixa saudades, lançam-se as amarras para a discussão sobre quem deveria ser o próximo guardião da selecção.
 
Equacionam-se vários nomes. A eterna solução Quim parece-me inviável porque, apesar de o considerar mais eficiente que Ricardo, nunca se conseguiu impor durante um largo período de tempo. Eduardo e Ricardo Baptista, dois bons valores, precisam de ser colocados à prova em situações de risco para aquilatarmos a forma como aguentam à pressão. Nuno Espírito Santo e Hilário, com a chancela de eternos suplentes, não aparentam serem soluções definitivas, apesar de serem boas alternativas de convocatória.
 
Olhemos então para os jovens. Titular aos 19 anos na baliza do Sporting, Rui Patrício é um valor que vai trilhando o seu caminho de forma sólida, cometendo erros que são naturais e que lhe vão assegurando perspectivas de futuro. Está a ganhar confiança a sair dos postes, é seguro na baliza e tem um arcaboiço que lhe permite ganhar superioridade em algumas questões de jogo. Mas para mim a solução Hugo Ventura é mesmo a ideal. Titular nos escalões de formação do Futebol Clube do Porto, o jovem guardião demonstra uma segurança extrema em remates de fora da área. Fora da área, apesar da sua idade, tem uma confiança incrível, sabendo agarrar ou utilizar os punhos quando necessários. Destemido, tem bom timing de saída, saindo a jogar com extrema facilidade. É, na minha opinião, o guarda-redes português de futuro, necessitando apenas de oportunidades para naturalmente se impor na selecção nacional.
 
Dadas as extremas qualidades do atleta, e embora a sua colocação como nº1 seja arriscada, acho que seria de todo aconselhável convoca-lo desde já para a formação principal, de modo a ganhar algum traquejo, quer desportivo quer com as luzes da ribalta. É a solução Hugo Ventura!

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publicado por Gil Nunes às 11:34
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Quinta-feira, 19 de Junho de 2008
5 Coisas que não sabe sobre mim

À semelhança do que acontece na revista Sábado, tomei a liberdade de dar a conhecer alguns aspectos que as pessoas não conhecem a meu respeito:

 

 

 

1-     Não sei nadar e tenho inclusive um grande medo da água. Tive um acidente quando era pequeno que me fragilizou.
 
2-     Já cumprimentei Rod Stewart , Enrique Iglesias e Kelly LeBrock. O primeiro aconteceu no Rio de Janeiro, onde o norte-americano estava a realizar um espectáculo. Quanto ao cantor espanhol, cruzei-me com ele em Soldeu- El Tarter, Andorra. Quanto à “Mulher de Vermelho” conheci-a na cerimónia da Casa da Cultura relativa ao Fantasporto.
 
3-     Quando era pequeno pratiquei ginástica de competição no F.C.Porto e cheguei mesmo a ter óptimos resultados; Fui também, mais tarde, campeão da Europa universitário em futsal;
 
4-     Já causei algum alvoroço no Empire State Building quando, sem querer, despreguei umas talas de protecção de uma exposição de arte; Também já estive nas Torres Gémeas;
 
5-     Quando era pequeno tinha a terrível mania de subir e descer dos telhados. Felizmente nunca me magoei. Ainda hoje, quando vou a casa dos meus avós na praia da Madalena, pergunto-me como tal foi possível.


publicado por Gil Nunes às 13:02
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Quarta-feira, 18 de Junho de 2008
Tom de voz

No diálogo estabelecido entre duas pessoas, existe sempre a determinação de uma delas adquirir a superioridade, caminhando assim em direcção à razão. Se bem que não seja um duelo, numa discussão o diálogo pode-se tornar conflituoso, originando laivos de emoção que podem inclusive fugir da temática inicial.

 

Acho que nestas situações o tom de voz utilizado é essencial para conquistarmos a supremacia. Penso que beneficia, conforme tenho constatado, manter uma toada calma e tranquila tendo deste modo para dizer frases até mais agressivas. Quando alguém não se enerva, a outra pessoa por muito que se possa sentir ofendida ou atacada não irá por certo ripostar em alta voz. Pelo contrário, se falarmos em voz alta temos mais hipóteses de sermos derrotados, mesmo que estejamos apenas a dizer banalidade inofensivas.

 

Esta atitude é muito útil, na minha perspectiva, quando somos de alguma forte dependentes da outra parte. Se em qualquer conversa normal esta questão pode ser pertinente, numa troca de palavras mais importante, em que queremos que a nossa razão prevaleça, a confusão mental do outro sobre as suas reacções pode marcar a diferença a nosso favor.

 

No último ano lembro-me de ter falado com Gonçalo, campeão do mundo de kung-fu, que me explicou que a cortesia é sempre a melhor arma de defesa. Alargando este raciocínio ao que atrás foi dito, julgo que estão encontrados os dois ingredientes essenciais: cortesia e inteligência!


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publicado por Gil Nunes às 17:23
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