Sexta-feira, 31 de Outubro de 2008
As visita-gabinetes

 

Existem em todo o lado, estão dispersas por todos os locais de trabalho. Para mim, mais que uma forma de deixar correr o tempo, as “visita-gabinetes” representam uma forma de demonstração da nossa cultura. Falo aqui no feminino pois é da parte delas que vêm os exemplos mais frequentes.
Sentadas na sua secretária, vão percorrendo um pequeno circuito de sites e de pequenas tarefas que estão estabelecidas no seu quotidiano. Por muito que a transmissão da mensagem sobre os objectivos profissionais no exterior seja muito ambiciosa, os reais objectivos da sua presença profissional passam por deixar passar o tempo.
Várias vezes ao dia, em vez da casa-de-banho, deslocam-se ao gabinete do lado. Através de uma pequena desculpa, conseguem fazer a ponte para outros assuntos do quotidiano. Sem quase se dar por ela estão a falar de futilidades do emprego, casos da vida, a escola do filho enfim… o que já estiver estabelecido.
Gabinete, secretária…e outro gabinete. Jogar em casa e fora como se fossem um clube de futebol. Do ritual fazem ainda parte alguns aspectos curiosos: a posição frontal para com o interlocutor, os braços cruzados, pernoca direita ligeiramente flectida para trás e constantes acenos com a cachimona.
Nunca são vistas muito tempo no mesmo sítio. Porque, para todos os efeitos, a actividade é constante. Existe uma espécie de acordo secreto, um circuito, em que inconscientemente se estabelecem coordenadas. Visitei-te agora, agora visitas tu. E, à vista desarmada, a azáfama é grande!


publicado por Gil Nunes às 11:21
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Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008
O curioso errado da surpresa

 

São dois pormenores que eu gravei, um há mais de dez anos e outro ainda há poucos dias. Seja como for, a relação estabelecida entre eles é curiosa.
Benfica-Lázio, jogo de apresentação dos encarnados nos anos 90. Antes do jogo, os Pólo Norte actuam no relvado. No meio da actuação, o vocalista vê uma bola na pequena área e decide chutá-la com força. À vista desarmada podia-mos pensar em duas hipóteses de desfecho desta cena: ou a bola entra na baliza ou então vai para fora. No entanto, no final de contas, a bola esbateu com violência num dos postes da baliza ressaltando para os pés do vocalista.
Na passada segunda-feira, em plena Avenida Fernão de Magalhães, vi um placard publicitário anunciando a noite das bruxas na discoteca Indústria. Estava escrito “Halowen no Indústria”. Tal como aconteceu no Estádio da Luz também duas hipóteses de pensamento colocada e uma terceira via, a resposta, que se cria por entre trilhos impossíveis. Ou seja, podemos pensar que de facto está mal escrito e se deveria tratar da palavra “Halloween” ou então estamos perante um trocadilho mal conseguido de “Halow(h)en”.
A relação entre ambas as situações é curiosa e reflecte uma solução que não colocada nos pratos da hipóteses. Mesmo estando errada, a componente surpresa pode enriquecer os factos que rodeiam o nosso quotidiano. Diria mesmo que é uma espécie de certo dentro do errado. Talvez alguma ciência tenha a definição correcta…por cá, vou estando atento!


publicado por Gil Nunes às 12:43
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Quarta-feira, 29 de Outubro de 2008
Aprendizagem e conhecimento- My advice to you is...

 

Um dos vídeos que mais prazer tenho em ver é o da vida de Ronaldinho na campanha da Nike “Joga Bonito”. Não quero com isto puxar a questão futebolística para a baila, mas sim fazer a transposição para a aprendizagem e a forma como podemos aprender coisas da forma que mais gostamos.
 
Estou a aprender polaco. Sei que provavelmente pouco me irá servir, até porque a minha vida profissional, que me realiza, não se vai cruzar com este conhecimento. Então o que me move? Se me perguntarem qual a razão eu respondo como o Eric Cantona nesse vídeo “I do it just because I like it”.
 
A aprendizagem é para mim bela e frutífera a partir do momento em que apreciamos e desfrutamos aquilo que fazemos, muitas vezes movidos pela curiosidade. Sim, eu até poderia fazer um mestrado ou uma pós-graduação mas estar sentado numa cadeira a aprender teoria da comunicação ou novos paradigmas dos media não me seduz. È certo que poderia ser proveitoso e útil em termos profissionais, poderia ser melhor remunerado e colher outros benefícios. Não me sentiria bem nem preenchido apenas por saber algo de forma forçada, sem nenhum estímulo. È uma espécie de vontade de colher os benefícios da inércia em prol de um prazer de conhecimento que adquiro com ânsia constante.
 
Tal como no vídeo, não devemos ter medo de aprender outras áreas pura e simplesmente porque à primeira vista não se enquadram no nosso perfil. Tal como um miudo que tem desejo de jogar melhor à bola. So, my advice to you is...never grow up my friends!


publicado por Gil Nunes às 00:56
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Segunda-feira, 27 de Outubro de 2008
Ensino "Versátil" vs Ensino Especializado

 

Licenciatura, Mestrado, Doutoramento. É esta a sequência lógica de um estudante do ensino superior. Sou, logicamente, apologista de que a especialização é fundamental na medida em que nos transmite mais ensinamentos e nos torna mais capazes naquele tema em que nos formamos. È esse o caminho do mundo em que vivemos!
 
Admiro as pessoas que investem grande parte do seu tempo na prossecução desses títulos. Contribuem, na realidade, para uma sociedade mais competitiva e mais habilitada para fazer face aos desafios que quotidianamente são propostos.
 
Todavia, gostaria que fosse dada mais atenção ao outro lado da medalha. Se uns podem enveredar pelo caminho da especialização outros há, porém, que entendem que o seu conhecimento só faz sentido através do ensino de outras matérias, numa espécie de complemento. Não são marrões, craques do estudo, investigadores. São indivíduos que apreciam o saber e que o adquirem quase de uma forma inconsciente, autodidacta, por um gosto estabelecido e que depois, naturalmente, é transposto para a vida prática.
 
Deste modo, gostava que a oferta relativa a este ensino “versátil” fosse mais frequente, naquele que seria um despertar de consciências para todos aqueles que, sem pensarem, seguem o primeiro quadro. Logicamente que a sociedade teria de saber encaixar e aceitar quem apresenta essas características de conquista de competências, valorizando-as no mundo do trabalho e aproveitando a sua versatilidade e criatividade.
 
Porque entendo que não é só de grandes estudiosos que o mundo vive. Há sempre espaço para o lampejo de rebeldia, a visão distinta que coloca as situações numa ordem formulada com outros olhos. O não querer estudar, se for uma opção baseada no gosto pelo conhecimento, pode ser uma opção legítima!


publicado por Gil Nunes às 17:28
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Sábado, 25 de Outubro de 2008
Carta aberta a José Rodrigues dos Santos

 

Caro José Rodrigues dos Santos:
 
Venho por este meio mostrar a minha desilusão em relação ao seu trabalho. Mas já lá vamos. Como diz o povo, em altura de boas e más notícias comecemos pelas boas.
 
Na quarta-feira fiquei mais uma vez absolutamente atónito com a sua capacidade de desdobramento linguístico. Disse “Shakthar Donetsk” com uma pronúncia tal que eu o imaginei sentado num banquinho nas margens do Dniepre a pescar. Neste clima de harmonia plena entre Joséf e a natureza, pena que as pombas caguem como abróteas em cima das nossas justas cabeças. Donetsk!!!
 
Ressalvo também a forma como o “Mancheste Unnniiittteeddd” é dado a conhecer no seu discurso. De principio ainda pensei que fosse alguma corrente de ar na RTP que o obrigasse a prolongar um pouco mais a palavra. Todavia, em face da repetição do acto ao longo de todo o ano, acho que as janelas da estação pública nem sempre devem estar abertas pelo que saliento mais este seu exemplo multilinguistico. É por si também a única razão pela qual eu lamento a saída de George W. Bush da Casa Branca. Onde mais vou ter oportunidade de ouvir a referência a “Dabliuuuu Baaasssshhh”?
 
E podia falar de “Gerhhhard Schroeeder”, “José Maria Azná” e tantos outros que conferem ao seu discurso a capacidade de percorrer o globo de uma forma global. Sim, você é a globalização na sua forma mais pura, vincada no sumo de cada língua, exposto de forma carnuda de cada vez que você apresenta o Telejornal.
 
Por estes motivos, quero dar a conhecer a minha insatisfação em relação à sua discriminação para com os PALOP e Brasil. Ainda recentemente falou de motins no Rio de Janeiro sem dar a pronuncia adequada. Também não posso deixar de lado a sua referência a situação de Cabinda sem sequer se esforçar em dar a conhecer o tao belo sotaque africano.
 
Enquanto anseio que os Gato Fedorento lhe dediquem um sketch, espero que este post sirva para poder melhorar a sua performance, a bem da língua e da cultura portuguesa espalhada no mundo.
 
Obrigado,
 
Gil Nunes

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Sexta-feira, 24 de Outubro de 2008
O caso dos ordenados principescos na CM Porto

 

A semana ficou marcada pela discussão em torno dos alegados ordenados principescos na Câmara Municipal do Porto. No site da autarquia, podemos ver um vídeo onde vemos um frente-a-frente entre o vereador que fez a acusação, Rui Sá, e os ofendidos no processo.
 
Para quem viu o vídeo, pode constatar a triste figura com que ficamos de Rui Sá. Se faz acusações a sua primeira obrigação é torná-las legítimas, autenticando-as e relacionando-as com a verdade. Caso contrário, tudo não passam de “cartoladas” para o ar, sem fundamento e que apenas retiram o crédito quer a Rui Sá quer ao partido que representa. Acho que sair da sala e alegar “questões formais” só demonstra a sua incapacidade para lidar de forma inteligente com o problema.  De facto, concordo plenamente com a intervenção de Álvaro Castello-Branco ao dar a conhecer a saída fácil para esta questão.
 
Se já aqui manifestei o meu desagrado perante a dita desculpa política, que serve para os governantes se justificarem, este problema traduz uma questão de bom-senso, de honradez e de profissionalismo, que necessita da defesa dos seus intervenientes. De outro modo vivemos numa república das bananas em que podemos açoitar quem bem quisermos sem represália permitida.
 
Despindo a farda política, devo dizer que nunca na minha vida votaria no Dr. Rui Sá. Se, por um lado, a sua acusação carece de substrato e de conteúdo, lamento também que não tenha conseguido ter a agilidade mental para se desembaraçar do problema do modo mais conveniente. Triste, lamentável e incoerente…

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publicado por Gil Nunes às 14:50
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Sexta-feira, 17 de Outubro de 2008
In Queiroz I trust!

 

Neste país temos a mania da depreciação e do “bota-abaixo”, características que pouco ajudam na altura do infortúnio. Com bastante mágoa, reparo também que comentadores e jornalistas se juntam a este turbilhão de críticas e ataques, que mais não fazem do que dificultar o trabalho de quem é responsável por dar a volta por cima.
 
Tal como todos os portugueses, também fiquei desapontado com o resultado da selecção portuguesa frente à Albânia. Mais do que não ter jogado bem, a equipa portuguesa demonstrou não conseguir reagir à pressão e assimilar os princípios de jogo necessários a bater uma equipa perfeitamente ao seu alcance.
 
Com quatro jogos realizados, a turma das quinas soma um fraco pecúlio de resultados sem bem que a 75% as exibições foram bem conseguidas. Fizemos uma óptima partida frente à Dinamarca e frente à Suécia soubemos controlar o jogo e o resultado frente a uma equipa que está, tal como nós, nas oito melhores da Europa e num estádio onde é muito difícil pontuar.
 
Nesta altura do campeonato, com 40% da qualificação realizada, acho que Carlos Queiroz tem à sua frente um desafio que, a ser ultrapassado, poderá elevar os níveis morais de forma excepcional. Ou seja, só uma grande equipa poderá chegar ao Mundial e, a partir daí, a alavancagem necessária para se ultrapassarem adversários superiores estará também garantida.
 
Em termos de jogo, devo dizer que na minha opinião o seleccionador nacional está a tentar livrar-se da cristalização táctica em 4x3x3 sentida no tempo do anterior seleccionador. Com poucos treinos e rotinas de jogo assimiladas, é natural que o novo esquema ainda não esteja naturalmente fluido. Vamos dar tempo ao tempo e esperar que a bonança possa aparecer. Apelo, por isso, a um discurso mais positivo por parte dos “opinion makers”, de forma a que possamos remar todos para o mesmo lado. È preciso ter em linha de conta que o único treinador português a conquistar títulos a nível de selecção foi Carlos Queiroz. Eu, da minha parte, continuo a dizer: in Queiroz I Trust!

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publicado por Gil Nunes às 14:35
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Quinta-feira, 16 de Outubro de 2008
Qual é o melhor sentimento do mundo?

 

Qual é o melhor sentimento do mundo? A pergunta é pertinente e as hipóteses de resposta são extensas. Divagando, os mais românticos podem dizer que é o amor, os mais calmos a tranquilidade e os mais competitivos a vitória.
 
Penso neste tema e lembro-me de uma entrevista de Pedro Abrunhosa. Dizia ele, há uns anos atrás, que um dos seus melhores despertares acontecera no meio da terra suja e pegajosa. Se para uns tal cenário pode ser sinónimo de desconforto, o músico explicou que a premissa de sujidade lhe permitiu conhecer verdadeiramente qual o sentimento de “limpo”.
 
Achei este pormenor fantástico. Todavia, a minha escolha é outra. Para mim, o melhor sentimento do mundo é o alívio. Imaginem o que é ter um peso constantemente a perturbar a mente e o espírito. Algo que nos condiciona as acções como se de um fantasma se tratasse. Pior do que isso é o facto de nada podermos fazer para contornar o problema. Apenas esperar…
 
Até que surge a solução! E tudo não passou de um susto. O medo e o receio fazem agora parte do baú, gerando um sorriso infantil de cada vez que nos lembramos deles. No momento de alívio, é como se uma ventania invisível nos penetrasse da cabeça aos pés originando uma galopante sensação de liberdade. E nesse pequeno instante somos totalmente sinceros!
 
Alongando-me mais, e pelo que vejo através do processo de observação, muitas pessoas à minha volta definem o alívio encapuçado nas definições de amor, tranquilidade, harmonia e crença. Às vezes parecem apaixonados, mas de facto estão é aliviados por se terem visto livres da solidão! Hão-de reparar!
 
O alívio é, para mim, um sentimento que se pode mascarar muito embora a sua génese seja de uma autenticidade absolutamente indesmentível. Numa sociedade repleta de agonia, pugnemos por um alívio que traga a verdadeira felicidade e paz de espírito a todos.

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publicado por Gil Nunes às 11:20
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Quarta-feira, 15 de Outubro de 2008
A crise- definição de prioridades

 

Diz-me um amigo várias vezes que “em tempo de guerra, entre mortos e feridos, alguém se há-de safar”. O ditado serve de nota ilustrativa à tão propalada crise económica pois eu penso que, no meio do infortúnio, há sempre alguém para quem a desgraça se revela benéfica.
 
Digamos que é uma espécie de pensamento de balança, em que uns recolhem disso benefício em detrimento da desgraça alheia. Todavia, neste post não queria falar da situação económica mas sim de prioridades.

Receio que as constantes discussões sobre a situação económica possam desviar o olhar sobre as questões ambientais. O nosso planeta continua numa luta titânica contra os prevaricadores e os irresponsáveis que vão esgotando os recursos existentes e alterando a harmonia do “terceiro calhau a contar do sol”. As preocupações e as medidas preventivas mantém-se activas apesar dos media pouco se preocuparem com o facto neste momento.
 
Para mim, continua a imperar a sensatez e a definição de prioridades. Mais importante do que qualquer crash bolsista é a consciência do dever de cada um de nós e das entidades competentes de pugnarem por um ambiente que dê garantias quer no presente quer no futuro. Espero, assim, que as empresas poluidoras continuem a pagar multas dispendiosas e que, acima de tudo, o discurso político tenha o ambiente como preocupação mãe. A bem de todos, porque sem ambiente não há economia que resista!

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publicado por Gil Nunes às 12:30
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Terça-feira, 14 de Outubro de 2008
Ministério da Catástrofe

 

Tantas vezes ouço falar de planos de contingência. Quando ouço, porém, sinto que esta definição se perde na realidade do momento, podendo ser alargada a muitas outras áreas do nosso quotidiano.
 
Entendo, até pela minha experiência, que a prevenção é o primeiro passo para a resolução do problema. Em termos globais acho que um bom enquadramento prévio do problema pode ser a resposta imediata para aquilo que necessitamos, levantando o sistema rumo ao progresso e à positividade.
 
Se os matemáticos deambulam, na sua ciência, pelos números imaginários, porque não adaptar essa prática ao nosso quotidiano? Num mundo de sobressaltos, os imponderáveis acontecem com bastante frequência, pelo que o desafio da reacção imediata é constante e diário.

Defendo, por isso, a criação de um gabinete que estude de forma concisa todas as possíveis hipóteses de ruptura, calamidade ou infortúnio. Uma espécie de “Ministério da Catástrofe”, composto por um conjunto de especialistas nas mais diversas áreas que trabalhem no sentido de desenharem possíveis conjecturas negativas. Dando largas à imaginação, penso que este serviço seria de utilidade extrema no caso de nos depararmos com uma situação que rapidamente necessite de solução. E temos tanto por onde navegar!
 
Dar um passo além dos planos de prevenção ou de contingência. Definir, regular, traçar metas aplicáveis no momento necessário. Porque, no momento da tragédia, as emoções não podem falar mais alto!

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publicado por Gil Nunes às 15:37
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