Quinta-feira, 12 de Novembro de 2009
Robert Enke e Prof.Chibanga

 

A NASA emitiu ontem um comunicado no sentido de esclarecer as pessoas que o mundo não vai acabar em 2012. Nada de mais. Teria interesse se tivesse emitido um comunicado a dizer que o mundo ia acabar. Isso sim tinha piada.

Mas o mundo acabou para Robert Enke. Circunstâncias várias da vida ditaram o seu fim prematuro ele que, pelos relatos, era realmente uma boa pessoa. Se querem que vos diga foi um acontecimento que me tocou muito mais do que a morte do Raul Solnado. Eu já conhecia a história dele, era admirador da sua carreira enquanto guarda – redes e considerava-o um óptimo desportista. Tenho uma opinião muito semelhante em relação a Nuno Gomes. Acho-o um tipo impecável.
 
Depressões, tristezas, agruras múltiplas. O que não faltam por aí são pessoas a sofrer. Talvez por estarem manietadas a um estilo de vida, por terem vergonha de não se assumirem como crianças, de mergulharem na mesquinhez. Não falta aí gente que necessita de ajuda. Irrita-me é que não se questione.
 
Se por vezes tenho fé noutras também sou céptico. Porque devemos acreditar em profecias quando o que está para trás padece de confirmações? O Professor Chibanga não nasceu agora. Tal como hoje acontece, também os contadores de histórias ganharam notoriedade social. E a história relata tantas coisas incríveis e eu às vezes dou comigo a pensar: porque é que eu, com 28 anos, nunca assisti a nada de divinamente assombroso?
 
Bem, eu se calhar assisti. Tento ser o mais grato possível e louvar o meu estilo de vida. Podem dizer que eu tive sorte, que sou despreocupado, mas eu acho que também tive algum mérito. Não gosto é de ver mortes prematuras. E a do Enke é mais uma lição. Da minha parte vou tentar a mensagem aos outros de forma mais profunda. Porque não quero que o mundo acabe, pelo menos para ninguém. Quanto ao Nostradamus, paciência, ele que continue a falar que eu até lhe ajusto o palanque!


publicado por Gil Nunes às 11:50
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Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009
A questão da arbitragem

 

Arbitragem
 
Uma área incompleta
 
No fim-de-semana, fazendo zapping na tv em busca de um programa desportivo que captasse a minha atenção, aterrei na liga italiana, mais propriamente em Roma, para assistir ao Lázio-Cagliari. Os visitantes venceram sem qualquer margem para dúvida (4-1), com o jogo a ficar marcado por inúmeros erros de arbitragem em benefício dos locais: na memória ficaram os “off-sides” em catadupa, as duas grandes penalidades inventadas pelo árbitro (e desperdiçadas) e o leque interminável de faltas duvidosas a favor dos romanos.
 
Num momento em que se fala tão veementemente do estado da arbitragem em Portugal, penso que o exemplo deste jogo pode ser servir de introdução a uma reflexão mais profunda, começando por questões elementares que nos ajudam a preencher todo o enquadramento. De facto, para mim, um espectador longínquo, o jogo não teve uma boa arbitragem. Todavia, passando de relance pelos jornais italianos do dia seguinte, não deslumbrei nenhum artigo ou comentário excessivamente crítico em relação ao que se tinha passado. Quero com estes elementos chegar a um ponto essencial, com uma pergunta que me parece extremamente pertinente. Será que eu, colocado num ponto exterior à cena, consegui ver algo que os intervenientes locais deixaram passar em claro?
 
Lembro-me de um professor que tive na Universidade, cadeira de Relações Públicas, que me perguntou qual o tema em que eu mais depressa recusaria fazer um trabalho. “Carros”, disse eu, na sinceridade dos meus conhecimentos automobilísticos muito escassos. “Pois vai fazer um plano de comunicação do Circuito do Boavista. Como não tens qualquer relação emocional com o evento, verás que o teu trabalho ficará muito mais minucioso”, respondeu-me. Tirei 16 valores e não mais me esqueci daquela lição…e continuo a não apreciar o desporto automóvel!
 
Ao falarmos sobre a arbitragem nacional, é necessário termos em linha de raciocínio que, quer assim o pensemos ou não, também fazemos parte do fenómeno. Somos parte integrante do país, estamos inseridos no seu “caldo de cultura”, tendo as reacções típicas de um povo nas suas acepções mais ou menos positivas. Da mesma forma que não considero que sejamos todos iguais na forma como encaramos o fenómeno desportivo, também considero que a arbitragem negativa não escolhe geografia. Existe em Portugal, em Itália, em Inglaterra ou onde queiramos que a nossa imaginação nos leve, tal qual como noutras profissões.
 
Assim, considero descabida a ideia de colocarmos árbitros internacionais a dirigirem os jogos dos chamados “três grandes”. Até porque não sabemos, e recorrendo á psicologia e à célebre teoria da “Janela da Joady”, qual a forma como os outros nos vêem a nós. Deste modo considerava bem mais proveitosa a criação de uma auditoria externa que, de uma forma rigorosa, nos desse a conhecer as virtudes da arbitragem e as imperfeições dos “homens do apito”. Se, tal como diria o meu professor de Relações Públicas, a mesma fosse realizada por indivíduos ligados a outras áreas, poderíamos ter um resultado desprovido de componente emotiva, porventura a chave da solução que agora buscamos. Porque o futebol é um desporto pensado por homens errantes e incompletos…

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publicado por Gil Nunes às 16:10
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Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008
Regueifa de Ouro

Pois bem, meus amigos, depois de Ricardo Quaresma ter conquistado o "Bidão de Ouro", prémio concedido à pior contratação do Calcio, eis que a Regueifa do Irão decide atribuir a "Regueifa de Ouro" destinado a distinguir a contratação mais falhada do campeonato português.

 

Depois de algumas conversações, o juri apresenta aqui os seus três nomeados:

 

1- Balboa(S.L.Benfica)

2- Nélson Benitez(F.C.Porto)

3- Marco Caneira(Sporting)

 

Qualquer outro nome pode ser sugerido através de comentário, sendo depois acrescentado á lista de votação.

 

Para votar basta indicar o nome do jogador através de comentário. Recorde-se que em 2007 o grande vencedor foi Mariano González(F.C.Porto)


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publicado por Gil Nunes às 16:19
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Terça-feira, 4 de Novembro de 2008
Alargamento do raio de acção do F.C.Porto. O dragão cultural

 

Vibrei este fim-de-semana com a vitória do F.C.Porto na Superleague Formula. Não por ser assumidamente portista, é um facto, mas por esta vitória poder representar um dínamo para o fomento do desporto automóvel em Portugal.
 
Não é normal vermos o F.C.Porto representado na competição automóvel. Pelos vistos esta pequena fuga ao paradigma da normalidade apenas está a trazer frutos benéficos, quer pela difusão da marca quer pelo incremento do espírito de conquista.
 
Aproveito esta deixa para me debruçar sobre o campo de acção de um clube desportivo de grande dimensão. Acho que a imagem que transmite externamente é de vital importância, sobretudo para se manter perene e apelativo para as gerações vindouras. Apesar do factor económico ter extrema pertinência, até porque o lucro deve ser fundamental, considero que o ecletismo só deve trazer benefícios a uma instituição com envergadura social.
 
Mas porque não propor um desafio? Será que é só no campo desportivo que um clube, no caso o F.C.Porto, pode vencer? Eu acho que não e penso que a acção pode ser bem mais global. Apoiando o movimento cultural nas suas mais diversas áreas, o clube ganha também votos no plano social, mostrando-se um fiel actor da harmonia da comunidade. Porque não vermos um jovem escritor, pintor ou músico apresentar o seu trabalho com o patrocínio do F.C:Porto, instituição que entende o artista como indivíduo, neste caso, que encarna o espírito do dragão.
 
Digamos que se trata de uma reencarnação da mística aliada a um alargamento do campo de intervenção da estrutura. No caso portista, se já em tempos se disse que o estado de espírito da cidade dependia dos resultados da equipa, porque não “criar” mais campos de actuação, gerando-se um espírito de partilha que dê a conhecer o carisma e o espírito de conquista? E, afinal de contas, talvez não sejam precisos investimentos de grande envergadura, mercê da dimensão planetária adquirida.


publicado por Gil Nunes às 14:57
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Terça-feira, 23 de Setembro de 2008
Inteligência Emocional e Quim

 

Imaginemos um passeio de bicicleta em que o ciclista mais experiente se estatela no chão sem razão aparente. Até que nem liga ao caso e, depois de se voltar a colocar no selim, continua o seu percurso. Mas há dias em que nem sequer devíamos sair de casa. Tomba mais uma, mais duas, mais três vezes. Até parece que a aprendizagem e a experiência saíram do seu corpo devido a um demónio não identificado.
 
Olho para este exemplo e lembro-me dos recentes falhanços de Quim nos cantos. Para mim tudo uma questão de psicologia. Segundo o que aprendi, o nosso cérebro não codifica negações, ou seja, quanto mais lhe dizemos que não pode falhar mais ele estará a realizar a acção contrária, como que por magia eliminando a palavra “não”.
 
Porque o nosso cérebro é uma máquina inacreditável. Um software de potencialidades imensas em que os programas raramente se estragam…apenas se transformam! Precisam de actualizações, de novos códigos, de orientações específicas para irem no destino que nós queremos.
 
Olho para Quim e vejo uma conversa com um menino de sete anos. “Olha lá, quando for um canto tens duas hipóteses: ou sais e ganhas ou ficas na baliza”. Uma pequena pancadinha na base da maquinaria a ver se resulta!


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Segunda-feira, 22 de Setembro de 2008
Jesualdo

 

Tem experiência, muita experiência! É talvez o seu trunfo mais valioso e arma de arremesso para quem o intitula de pouco arrojado. De facto, Jesualdo Ferreira tem nos anos de profissão glórias e derrotas que o fazem ver as prestações da sua equipa de uma forma global, não olhando para o resultado imediato mas sim para o triunfo final.
 
Lembro-me das suas características quando o observo, sereno e com a palma da mão segurando o queixo, no banco do Estádio da Luz. Qualquer estadia no cinema da Batalha é pura coincidência! Nesse período, é José Gomes quem toma a iniciativa. Gesticula, corrige, incentiva os jogadores. Jesualdo a tudo assiste com a serenidade de um velho das montanhas.
 
No ano passado, com catorze pontos de vantagem, o mesmo sucedeu frente ao Sporting. Ganhar ou perder no caso pouco importava, até porque Jesualdo não concorre à Copa BES. Na ocasião, retira um dos extremos do onze e coloca Marek Cech, testando quatro homens no centro do terreno, a tal receita necessária para a sua equipa conquistar dimensão europeia. O F.C.Porto falhou e o seu técnico percebeu ainda faltar um longo caminho, como ficou comprovado na partida frente ao Schalke. O F.C.Porto controlou o jogo mas não o dominou. E os alemães, mais toscos e menos compactos, seguiram em frente na prova dos milhões.
 
Mais do que todos os outros aspectos do jogo, Jesualdo Ferreira sabe que o jogo frente ao Benfica pouco lhe interessa em termos pontuais. São mais três pontos, por acaso o adversário é o rival de sempre. Na sua sabedoria acumulada, sabe que os campeonatos se ganham frente ao Trofense, Leixões, Paços de Ferreira ou Rio Ave. Ai é que a máquina não pode falhar! Obrigatório ganhar!
 
E a sineta tocou em Vila do Conde. Entrando de forma amorfa no jogo, os dragões poucas oportunidades construíram na primeira metade, deixando o cronómetro caminhar por si em vez de fazerem o contrário. A trinta minutos do apito final, Jesualdo Ferreira aposta no ataque, pois sabe que os três pontos são essenciais, mais importantes que aqueles em disputa frente ao Benfica. Criando oportunidades para tal, a equipa não encontrou argumentos para chegar ao golo, chegando ao final do jogo com a sensação de frustação. Afinal, três pontos são três pontos!
 
Para a semana venha o Paços de Ferreira! Calculo que Jesualdo olhe para esta partida como uma das mais importantes da época. Vencer e convencer, para se adquirir novamente um hábito de regularidade, segredo da melhor equipa portuguesa dos últimos anos. O Arsenal e o Sporting depois logo se vêem…

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publicado por Gil Nunes às 12:25
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Quinta-feira, 28 de Agosto de 2008
Vitória de Guimarães na Europa

Vi os dois jogos do Vitória de Guimarães frente ao Basileia e muito sinceramente não gostei. Com um futebol sensaborão e criador de poucas situações de golo, os vitorianos ficaram um pouco reféns da sua monotonia táctica, manietada por um conjunto helvético que também pouco fez para estar presente na Liga dos Campeões.

 

Numa análise, penso que o Vitória ganhava muito mais fluidez ofensiva se colocasse assumidamente Desmarets (na falta de Nuno Assis) no papel de organizador de jogo. Esta medida teve saldo positivo nos últimos minutos do jogo de Guimarães, num ataque que ganha também nova dinâmica com a entrada de Roberto. Mais buliçoso e com melhor leitura dos espaços para onde se desmarcar, o ex-avançado do Penafiel provocou uma pequena revolução na dianteira, conforme se viu em ambas as partidas. Em Basileia, se tudo corresse pela normalidade, seria ele o conquistador!

 

Em relação às crónicas que tenho lido, penso que se falha ao não se referir o tremendo erro de Nilson no segundo golo. Apesar do jogador do Basileia seguir isolado para a baliza, exige-se uma diferente abordagem, não se compreendendo porque motivo recuou em vez de atacar o lance. Dando passos atrás, o guardião abriu substancialmente a área de baliza ao avançado, que assim teve mais hipóteses de uma finalização bem sucedida.

 

Em jeito conclusivo, admito que as criticas em relação ao trabalho do árbitro são justificadas, sobretudo na partida da segunda mão. Agora, será que não é pertinente pedir uma equipa com outros argumentos para enfrentar a Liga dos Campeões? Resta aos vitorianos fazer a reflexão se não é preferível ir para a Taça Uefa e tentar evoluir com adversários mais acessíveis ou se era legítimo sonhar-se com uma participação histórica na mais importante prova de clubes do mundo, mesmo sendo claramente uma equipa de “pote 4”.


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publicado por Gil Nunes às 11:46
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Segunda-feira, 11 de Agosto de 2008
Memórias do Estádio das Antas

 

Em meados da década de 90 não perdia um jogo do F.C.Porto no Estádio das Antas. Fizesse sol ou chuva, lá caminhava eu com fervor todos os quinze dias de minha casa até ao estádio, com todo o entusiasmo que a sensação me provocava. Era um devoto da causa portista e houve mesmo partidas em que sai mesmo de casa à revelia da família. Depois, com o boom das transmissões televisivas e com o fim das partidas dos grandes ao domingo á tarde, comecei a deixar-me estar pelo sofá. Digamos que desde 1986 a 2000 fui um fiel espectador da catedral das Antas. Chegara a altura de dizer “basta”!
 
De todos os momentos e jogos assistidos, há episódios que não esqueço. O vizinho Costa e os seus palpites tácticos que louvavam o trabalho de Fernando Santos e condenavam a teimosia de António Oliveira. Lembro-me de ele apelidar o Capucho de “Saia Travada”, por causa do seu penteado.
 
Foi com Costa que partilhei o momento de maior euforia que me lembro naquele estádio. Num Porto-Benfica dos anos 90 e, num jogo empatado a uma bola, os lisboetas dominavam a partida, estando muito perto da vantagem. Porém, quando faltavam cerca de dez minutos para o fim, Rui Barros conduziu a bola pelo flanco esquerdo e fez uma fabulosa assistência para Drulovic rematar de primeira sem hipóteses de defesa para Preud’ homme. Numa euforia imensa, eu que estava na zona dos cativos, corremos que nem uns loucos para as redes para abraçarmos o jogador. De todos os golos que festejei ao longo da minha vida, este foi talvez aquele com que mais vibrei.
 
Outro momento que não esqueço foi um F.C.Porto- União da Madeira, em que fui entrevistado por uma rádio. Lembro-me que o F.C.Porto, na altura comandado por Bobby Robson, liderava com uma vantagem confortável sobre os seus opositores. O jogo era pouco cativante e, para se piorarem as coisas, caiu uma verdadeira tromba de água. Resultado: segundo informações oficiais, apenas 150 espectadores!
 
O jornalista perguntou-me o que me levava ao estádio naquele dia e lembro-me de ter respondido que eram naquelas ocasiões que se viam os verdadeiros adeptos e que a mim tanto me motivava ver o F.C.Porto contra o Real Madrid ou contra o União da Madeira. Nesse dia, estive praticamente sozinho na minha zona de cativos. Sem qualquer protecção, ali apanhei chuva por mais de duas horas. Depois a habitual caminhada de mais uma hora até casa. Não, não apanhei nenhuma pneumonia!


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Sexta-feira, 11 de Julho de 2008
A acertada escolha de Carlos Queiróz

 

Foi com muito agrado que recebi hoje a notícia que Carlos Queiroz seria o novo seleccionador nacional. Finalmente a nossa selecção passa a ter alguem com visão de futuro, indicada para um país que ao longo dos tempos se tornou um viveiro de talentos.
 
Carlos Queiroz tem um passado que fala por si, tendo nos últimos anos feito um optimo trabalho ao serviço do Manchester United, ao potenciar os grandes valores dos ingleses e, ao mesmo tempo, a conseguir adaptar a equipa a uma nova versatilidade táctica,4x3x3 e 4x2x2, cujo último fruto brotou este ano com a conquista da Liga dos Campeões.
 
É alguem com um temperamento tranquilo e com um discurso equilibrado, algo que já estavamos carenciados depois do frenesim constante de Scolari. Ao contrário do brasileiro, Queiroz pensa nas provas no seu todo, com consciência do valor dos adversários, tentando anular os seus pontos fracos ao mesmo tempo que vai por certo potenciar as nossas virtudes.
 
Prevejo também mais oportunidades para jogadores jovens, o que originará um grupo mais abangente. Penso que o conceito de “família da selecção” vai ser um pouco diluido mas, ao inves, os mais competentes tirão primazia, em detrimento de “Ricardos”, que com exibições deprimentes colocou em causa toda e qualquer táctica. Aliás, por falar em táctica, considero que agora temos alguém que sabe interpretar o jogo com inteligência e treinar novas formas de disposição dos jogadores em face do próprio jogo.
 
Estou, assim, naturalmente optimista em relação ao futuro da selecção. Penso que a partir de agora os excelentes jogadores que temos serão ao máximo potenciados. Agora, sim, tenho legítimas aspirações para o Mundial 2010.

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publicado por Gil Nunes às 19:20
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Quarta-feira, 4 de Junho de 2008
Hélder Postiga e Diogo Viana

 

Constatei, com alguma estupefacção, a transferência de Hélder Postiga para o Sporting. Não é nada vulgar dois grandes do futebol português fazerem negócios, se bem que estes dois clubes se tenham entendido neste âmbito não vai muito tempo a esta parte.
Se bem que considero Hélder Postiga um elemento útil na frente de ataque quando se joga com dois avançados , considero bem mais vantajoso o negócio visto da perspectia do dragão.
 
Além dos 2,5 milhões de euros embolsados, a incorporação de Diogo Viana nas camadas jovens dos azuis-e-brancos pode representar uma mais-valia na equipa sénior dentro de alguns anos. Já tive oportunidade de o ver jogar várias vezes e devo dizer que a forma como dinamiza o flanco direito, através da técnica, passe e altruísmo de jogo, faz com que o considere como um jogador muito acima da média para a sua idade. Bem acompanhado, e tomando em linha de conta que foi internacional em todos os escalões, Diogo Viana poderá ter um valor de mercado superior ao de Hélder Postiga actualmente, o que naturalmente gerará imediatos benefícios económicos para os dragões até porque acho que Postiga não se deve valorizar muito mais do que aquilo que vale actualmente.
 
Sobre Diogo Viana, em concreto, lembro o Vitória de Guimarães-Sporting em juvenis da época transacta, com uma exibição que desde logo me despertou a atenção juntamente com outro avançado de excelente nível: Wilson Eduardo, hoje titular dos juniores do Sporting!

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publicado por Gil Nunes às 16:12
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