Quinta-feira, 5 de Junho de 2008
Longo Prazo: Benefícios e consequências

 

Na minha opinião fazer algo implica, na grande maioria dos casos, enfrentar riscos. Se há acções que podem ser efémeras e confinadas a um curto período de tempo, outros existem que se dilatam por um período de tempo maior.
 
Ora, no meu pensamento, seguir os trâmites de uma acção escorrida ao longo do tempo significa imaterialmente construir um percurso. Assim sendo, na relação da memória, ficam para trás detalhes que mormente poderão ser decisivos no estabelecimento dos benefícios. São esses detalhes que, quando bem analisados, podem ser decisivos nas suas repercussões que se pretendem lucrativas. Tendo um trajecto mais longo, o rebobinar da acção é mais longo, com as mesmas personagens a porventura não estarem presentes e a não poderem interferir no seu julgamento.
 
Assim, na minha perspectiva, devemos pugnar por uma visão de benefícios a longo-prazo, em detrimento de outras a curto ou médio-prazo. Por muito que possamos pagar ou ser acusados de, num momento, tomarmos linhas orientadoras que não façam sentido, o importante é estabelecerem-se metas em que possamos ser beneficiados num período mais abrangente.
 
Inversamente, acho também que as consequências nefastas podem ser, a longo prazo, emendadas de forma muito mais complicadas. Agir no momento, impedindo a perenidade de um erro, pode ser a chave do sucesso, isto segundo a minha óptica.

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publicado por Gil Nunes às 13:14
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3 comentários:
De Jeremy - Jeremias a 5 de Junho de 2008 às 19:23
Boa tarde

Se eu fosse seu professor ensinava-o que nunca se fazem fintas, se não se consegue fazer uma passe. Linguisticamente falando claro!

Utiliza termo como pugnar, perenidade, pugnar entre outros e falha clamorosamente em algo bastante mais simples:

Se há acções que podem ser efémeras e confinadas a um curto período de tempo, "outros" existem que se dilatam por um período de tempo maior. - OUTRAS

Inversamente, acho também que as consequências nefastas podem ser, a longo prazo, emendadas de forma muito mais "complicadas" COMPLICADA - a forma!

Lamentavel a falta de correcção do autor deste blog que tenta ser algo que não é...

Lembre-se sempre que as escadas sobem-se degrau a degrau!!!



De Merlin a 6 de Junho de 2008 às 10:23
Caro ‘Espada do Rei Artur’,
Finalmente em texto que pelo menos termina com uma expressão feliz, “na minha óptica”. Ora como a óptica exposta é parva, é no mínimo importante que guarde todos os louros para si relativamente a este brilhante texto.
É imensamente estranho como todos os parágrafos iniciam com expressões como, “Na minha opinião”, “Ora, no meu pensamento”, “Assim, na minha perspectiva”. Isto deixou-me umas dúvidas,
Estará o autor menos presunçoso? Talvez.
O blog continua parvo? Sem dúvida.
Espero que a minha critica construtiva o ajude a entrar nos carris. É importante que se ponha no seu lugar e assuma os seus comentários com humildade. E quanto ao conteúdo dos comentários continuar a ser estúpido é natural que me revolte, embora compreenda melhor. Para um incremento de qualidade nesta área seria necessária uma certa bagagem intelectual e «burro velho não aprende línguas».


De Sallinger a 8 de Junho de 2008 às 13:58
Caro autor,

É efectivamente notório que existe uma enorme capacidade da sua parte para debitar palavras aleatórias , que para a mente mais desatenta, parecem formular frases de enorme profundidade, quando na realidade não existe qualquer significado inerente ás mesmas.

Assim, recomendo-lhe que dê o passo certo, para si e para os que o rodeiam, e faça aquela lobotomia que já anda a pensar há uns anos.


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