Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2006
Manuel Alegre- não gostei
Tive ontem a oportunidade de ver a entrevista feita por Vítor Gonçalves, na RTP, ao candidato Manuel Alegre. Mais uma vez se voltaram a questionar as razões da sua candidatura, tecla gasta que continua a ser batida. Contudo, a linguagem de Manuel Alegre pareceu-me muito “Jesualdo Ferreira”, o que julgo não ser muito aconselhável para quem está a concorrer a Presidente da República. “Estamos em 2º lugar e a subir. Cavaco tem cada vez menos pontos nas sondagens. Podemos ir à segunda volta e ganhar”. E quê, pergunto eu, será que Manuel Alegre vai à Liga dos Campeões se ficar em segundo?
Também não me convenceu muito a forma como foi respondida a futura relação com o Governo. “Nunca tive problemas com José Sócrates, portanto acho que nos poderíamos entender bem”. E quê, pergunto eu, se tivesse algum problema com Sócrates já estava o caldo entornado? Enfim...
As referências ao conceito de pátria e ao culto da bandeira(tudo bem que não nos devemos só lembrar da bandeira quando a selecção joga mas o que é que isso interessapara as eleições que se avizinham???) mais as referências à importância da família no acto de campanha foram espectros de uma entrevista que, na minha opinião, se pautaram pela desilusão e pela minha assumpção de que a vitória para Manuel Algre seria na realidade Cavaco Silva não ir à segunda volta.
Falta de ideias também no seu direito de antena que tive oportunidade de assistir poucos minutos antes. Sinceramente, não ouvi uma única ideia de fundo para o país, descambando apenas o discurso para as frases batidas de “Alegre tem convicções” “gosta dos jovens e sabe ouvi-los”, “Alegre percebe os problemas do país”.
Estabelecendo um comparativo com Garcia Pereira, devo dizer que o candidato do PCTP-MRPP apresenta um discurso mais fluido e mais inteligível, apresentando visões(que podemos não concordar) para a educação( como a sua ideia de falta de quadros médios e superiores), para a justiça(falência do sistema), para a economia(especulação imobiliária que podem conduzir o país à ruína) e falta de substracto por parte do discurso dos políticos.


publicado por Gil Nunes às 10:47
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Terça-feira, 17 de Janeiro de 2006
Análise dos 6 candidatos presidenciais
Descubra o quem é quem dos nossos candidatos

Mário Jardel - Tinha uma carreira respeitada e seria lembrado como um presidente patusco para os portugueses. Aparece em baixa de forma numa campanha que nunca deveria ter participado. Não defendeu uma ideia plausível, cometendo gaffes inusitadas como foi aquela do D.Afonso Henriques. Manchou uma carreira que podera ser recordada para sempre na história da política portuguesa.

Kosmo Kramer- Quem está atento à sitcom “Seinfeld”, agora em exibição na Sic Comédia, não pode esquecer o célebre episódio das mesas de café, em que Kramer insiste em fazer um livro sobre mesas de café para colocar em mesas de café. A campanha deste candidato é em tudo semelhante. A razão da sua campanha é saber porque razão ele é candidato quando não é apoiado pelo partido. Para o passo seguinte, ideias, projectos, convicções ainda não passamos.

Luís Figo- Continua a ser um jogador genial, decidindo partidas para o Inter de Milão. Contudo, quando vem à selecção, continua a ser criticado pela maneira como regressa, estando os críticos sempre prontos para o deitar abaixo. Mas é o nosso capitão, o cérebro e o líder de uma selecção nacional que tem em si o seu porta-estandarte. Faço a analogia: pelos 10 anos de experiência à frente da nação, pelo necessário traquejo para lidar com as questões económicas de base, como a ascensão chinesa, ou pelo rigor das suas acções, este candidato será o mais indicado para se sentar na cadeira de Belém.

Música no Coração- As televisões portuguesas têm o terrível vício de apresentarem sempre os mesmos filmes durante as quadras natalícias. É o “ET”, o “Indiana Jones” e a “Música no Coração”. Este candidato também não muda muito, apesar de ter argumentos para tal, não se percebendo porque não os usa. De facto, está sempre a falar de segurança social.

SPORT TV-A SportTv tem-se refinado na programação. Não é só o canal para vermos os jogos do fim-de-semana nem para acompanharmos a Liga dos Campeões. Está mais versátil, mais eclética, com bons documentários desportivos e boa carreira de informação. Evoluiu, tal como este candidato. Está mais fluido, defende as suas ideias com convicção,apesar de eu achar que elas nunca poderiam ser postas em prática numa sociedade democrática. Contudo, é um homem de trabalho e de respeito, que faz falta à política portuguesa, tal como a SportTv.

Rita Blanco- Quem não se lembra daquele grande programa da SIC “As noites da má língua”. Na sua primeira fase tinha a participação de Rita Blanco, que de cada vez que intervinha era logo colocada para canto. Mas, de vez em quando, até que tinha umas ideais e inteligentes. Inteligente, tal como este candidato, que é sistematicamente discriminado pelos media. Contudo, tem uma boa visão sobre a aposta no conhecimento e na educação e no sector económico quer colocar, e bem, entraves à especulação imobiliária desmesurada.


publicado por Gil Nunes às 10:47
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Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2006
José Manuel Barata Feyo
Ontem, na Sic Notícias, foi emitido uma pequena entrevista sobre a vida de José Manuel Barata Feyo, um dos mais populares jornalistas portugueses de todos os tempos. Com infância passada em França, Barata Feyo fica ligado ao jornalismo francófono de investigação e ainda ao New York Times, fazendo correspondência durante as colonizações nesses anos. Sobre este fenómeno, Barata Feyo tem uma afirmação curiosa. “Nunca nehum povo tão pequeno fez tanto pelo mundo fora como o português”. E é mesmo verdade, de Africa à Oceânica, passando pela América Latina e pela Ásia, tudo teve aquele dedinho bem português.
Mas Barata Feyo procurava mesmo o longe como não se cansava de repetir. Por isso, em 1977, comprou um jipe e lançou-se à descoberta. Passou por uma dezena de países até chegar a Luanda, tendo inclusivé convivido com Tuaregs. Foi um Livingstone à Portuguesa, tendo sido o pioneiro do contacto jornalístico com os pigmeus gaboneses e ainda com a arte rupestre argelina.
Hoje, na Beira, gosta de olhar até onde o horizonte alcança, numa carreira recheada de histórias pelo continente mais misterioso do planeta: África!


publicado por Gil Nunes às 15:24
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Domingo, 15 de Janeiro de 2006
Duas excelentes entrevistas
Este fim-de-semana foi extremamente interessante do ponto de vista jornalístico. Na "Sábado" uma entrevista íntima com o fadista João Braga, com este a dar um resumo de toda a sua vida boémia e a clarificar novos sentidos para o amor."Todos os casamentos que resultaram de grandes paixões estão hoje destruídos. Eu, que me casei com uma grande amiga, continua com uma grande solidez". Frase a pensar, depois de não ter sido a primeira pessoa a proferir algo do género, sobretudo os mais velhos...
No "Notícias Magazine", uma conversa científica com Carlos Fiolhais, director do departamento de Física da Universidade de Coimbra. Entre outras coisas, estão referidos os estudos feitos a Einstein, cientista que provou que o cérebro humano pode não ter limites. Interessantes também as referências de que o mundo nunca se esgota para as pessoas curiosas e a descrição muito humana da Natureza e da sua relação umbilical com Deus. "Deus, como a Natureza, é subtil mas não malicioso". A não perder também as análises das experiências de Arquimedes e a comparação do fenómeno científico ao futebol, isto é, tal como no desporto os melhores tem sempre que ir para o estrangeiro


publicado por Gil Nunes às 17:29
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Sábado, 14 de Janeiro de 2006
Garcia Pereira- Gostei!
Ontem tive o privilégio de poder ouvir uma palestra do candidato do PCTP-MRPP Garcia Pereira. No seu discurso, que apesar de não concordar na maior parte dos pontos, devo considera-lo coerente e inteligente, deixo aqui algumas reflexões que por certo muitos de vocês partilham:

- "Os dez debates presidenciais foram uma grande chachada. Não se discutiu uma única ideia"GP- Devo concordar apesar de atribuir um pouco de culpas aos moradores. Na minha perspectiva, os debates servem para se discutirem as ideias nos mais variados quadrantes, frisando-se pontos de vista divergentes ou convergentes. Contudo, no modelo actual, os debates são combates verbais irracionais, numa busca dantesca para ver quem tem mais argumentos. Assim, de facto, não vamos lá!

- "Hoje, nas escolas, formatam-se carneiros"- Concordo em parte. Ao longo dos tempos, e com alguma experiência, fui aprendendo que na escola não se deve ensinar os conteúdos por si mas sim fazer com que os alunos os descubram através do raciocínio e do pensamento. É um facto que o sistema de ensino português está programada para o marranço e para o vomitanço momentâneo, isto é, o objectivo passa apenas por aprender uma matéria durante um período pequeno e depois essa mesma matéria é automaticamente eliminada do cérebro dos alunos. Até aí tudo bem mas, dr.Garcia Pereira, há ainda docentes que se prezam em fazer o contrário e que são o contraponto da falência do sistema educativo.

- "Em Portugal, há poucos licenciados"- Concordo. De facto, em termos de média europeia, o número de licenciados portugueses é muito baixo, fazendo com que tenhamos graves lacunas ao nível dos quadros médios e superiores. Além disso, faz com que não tenhamos juízo crítico e que não nos questionemos e interroguemos sobre tudo o que nos aparece à frente. Há que definir estratégias, ecumenicamente partidárias, para que a estratégia educativa e de conhecimento seja sólida e imutável ao longo dos tempos.

- "Portugal vai ser a Argentina da Europa", reconheço inteligência mas discordo. Com efeito, a Argentina seguiu, na América do Sul, uma estratégia de pseudo-desenvolvimento assente na produção imediata de riqueza e no capitalismo desenfreado, como a especulação imobiliária é um excelente exemplo. Resultou isto, como é sabido, na falência do país e na tomada do Estado das poupanças do próprio povo para que este ainda conseguisse sobreviver. É certo que em Portugal se seguem práticas semelhantes, contudo há que distinguir cenários americanos e europeus. A Irlanda, por exemplo, com um governo de direita apostou no profissionalismo de quadros, na economia de mercado e num sector privado extremamente competitivo e hoje é uma das maiores potências europeias. Por isso,e na minha opinião, Portugal terá que seguir trâmites estratégicos semelhantes aos irlandeses, baseado e acoplado numa força europeia que nos pode dar à mão se assim o quisermos


publicado por Gil Nunes às 16:16
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Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2006
A ascensão chinesa(mais uma vez)
Infelizmente não tenho visto este assunto retratado nos periódicos nem nos telejornais. Mas o facto é que a China cresce! Mais importante que a própria OTA e o TGV, a ascensão da economia chinesa pode provocar rombos no casco da nossa eventual recuperação. Como é que possível competir com um povo que trabalha quase 20 horas por dia de borla e que não faz greves, não reivindica, não mete baixas fraudulentas. Com a expansão da China, os seus habitantes foram quase que convidados a sair do país, concedendo o Governo uma espécie de subsídio para as empresas se instalarem noutros países. Assim sendo, temos uma espécie de praga de olhos em bico, que cedo entrarão no mercado ainda de forma mais violenta, não deixando espaço de manobra para os comerciantes e industriais portugueses.
O Estado Português, juntamente com a União Europeia, deveriam definir a resolução deste problema como a sua máxima prioridade. Definir políticas que coloquem travão a esta investida, como por exemplo a monopolização de certos produtos, sobretudo a nível do comércio, para que possamos não ripostar(porque é praticamente impossível) mas sim sobreviver neste nosso pequeno cantinho que tantas dores de cabeça nos vai dando.


publicado por Gil Nunes às 12:21
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Terça-feira, 10 de Janeiro de 2006
Dois autores
Bocage

Começa hoje na RTP 1 uma série intitulada “Bocage” que retrata toda a vida do poeta que já foi pintor, conhecido sobretudo pela sua poesia erótica e pornográfica. Sempre me despertou grande curiosidade a sua figura, sobretudo pela forma como exprimia as suas emoções recalcadas ao longo da sua escrita, como que deixando cair o véu que por vezes colocamos nos nossos pensamentos mais perversos. Como que uma viagem a um insconciente brilhante, espero que a série retrate tudo sem pudor para melhor avaliarmos o potencial de Bocage, que pelo que eu vi é qualquer coisa de fascinante. O poema “Eu não sou Bocage” tem uma particularidade que eu gosto, ou seja, o facto do poeta estar imbuído de uma espécie de sono que faz com que as rimas não sejam forçadas mas sim brotadas à superfície da forma mais natural possível

E Fernando Pessoa...

Estava eu, no meio da madrugada de sábado, descendo a rua Passos Manuel no Porto quando me chamaram a atenção para a obra de Fernando Pessoa. “Tu ès tu e és os outros”, deram o exemplo. Presumo, pela análise à primeira vista, que se trata da maneira como nós nos vemos a nós próprios e a forma como os nossos comportamentos moldam a maneira de ser dos que nos rodeiam. Será que as nossas boas atitudes são o pêndulo para o equilíbrio dos outros? Será que somos moldados por uma espécie de terapia constante? Penso que não. O Homem ciente da sua personalidade em toda a sua plenitude é aquele que consegue atingir o patamar da genuinidade, ou seja, ser ele mesmo em todas as circunstâncias, lidando com as suas virtudes e com os seus defeitos. Como voz de comando, a consciência, o bem, e toda a filosofia que Kant tão bem traduz.
Seja como for, e é uma vergonha dado que estudei na Universidade Fernando Pessoa, prometo dar mais atenção à sua obra e à dos seus heterónimos para depois sim dar a minha opinião fundamentada.


publicado por Gil Nunes às 12:37
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Sábado, 7 de Janeiro de 2006
João Vieira Pinto
Hoje apetece-me falar de futebol. E no estado da selecção nacional. Sou daqueles que acredita que a selecção tem todas as potencialidades para fazer uma super-participação no Mundial, dado que temos jogadores a espalhar perfumes de talento nos melhores clubes europeus. Contudo, há um jogador que, e sei que me vão enforcar por isto, mas que julgo que lá merecia estar: João Vieira Pinto.
Era um regalo vê-lo jogar. Adiou uma crise anunciada do SLB com as suas jogadas fantásticas e com as suas assistencias inimagináveis. No Sporting foi, na minha opiniao, mais importante que o próprio Jardel na medida em que era o pêndulo táctico de uma equipa de futebol atraente. Na Coreia, apesar da monumental cacetada que deu no último jogo, foi a boia de salvação de uma equipa miserável.
É na minha opinião um dos maiores talentos perdidos do futebol mundial. Aos 17 anos era jogador do Atlético Madrid. As condições não eram as melhores mas no Boavista e no Benfica afirmou-se ao mais alto nível. Talvez tivesse tido o percurso de Figo e hoje seria um mito. Por estes motivos, quem melhor para ser suplente de Deco na selecção? O meu querido inimigo JVP


publicado por Gil Nunes às 15:36
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Sexta-feira, 6 de Janeiro de 2006
Uma grande citação
"A vida já é curta, mas nós tornamo-la ainda mais curta, desperdiçando tempo"



Vítor Hugo


publicado por Gil Nunes às 17:25
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Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2006
Jean Michel Jarre
Para os apreciadores, como eu, do compositor francês de música electrónica Jean Michel Jarre, aqui fica uma pequena biografia retirada directamente da Wikipedia. Para os mais desatentos, JMJ ficou mundialmente conhecido pelo seu álbum Oxygene, onde, numa faixa com o mesmo nome, podemos ver o estilo de vida dos pinguins no Pólo Sul. Mas JMJ é muito mais que música:

Jean-Michel André Jarre (24 de Agosto de 1948, Lyon) é um compositor francês de música electrónica. Ele alcançou sucesso com músicas como Oxygene IV, e Equinoxe V e Rendez-Vous IV. Ele é filho de Maurice Jarre, famoso compositor de trilhas sonoras para o cinema, que escreveu as trilhas de filmes como Lawrence da Arábia, Dr. Jivago e Clube dos Poetas Mortos, entre muitas outras.

Ele é conhecido principalmente pelos seus espectaculares shows a céu aberto, onde exibe shows pirotécnicos e projecções de imagens com laser. Desses, três entraram para o Livro Guinness dos Recordes pela assistência.

Um de seus álbuns, Musique "pour supermarchés" (do francês, Música para supermercado), teve apenas uma cópia, que foi vendida para levantar fundos para artistas franceses. Posteriormente, Jarre veio a divulgar as músicas desse álbum em uma rádio (Rádio Luxemburgo) e autorizando a gravação de fitas com tal conteúdo. Actualmente, é possível encontrar arquivos MP3 desse disco na Internet através de sites e de softwares P2P como KaZaA ou eMule.

Em 1986 JMJ trabalhou em um show com a NASA: o astronauta Ronald McNair iria tocar o solo de saxofone da música Rendez-Vous VI enquanto estivesse em órbita na Nave Espacial Challenger, enquanto seus batimentos cardíacos seriam usados como samples na mesma música. Esta seria a primeira música gravada do espaço, a ser incluída no álbum Rendez-Vous. Após o desastre com a espaçonave Challenger em 28 de Janeiro de 1986, a música foi gravada com outro saxofonista, recebeu o nome de Last Rendez-Vous - Ron's Piece e tanto a música quanto o álbum foram dedicados aos astronautas mortos no acidente com a Challenger.


publicado por Gil Nunes às 15:53
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