Terça-feira, 17 de Junho de 2008
Pequenos prazeres

 

Lembro-me de uma vez Eduardo Barroso, médico, referir numa entrevista televisiva que não se inibia de comer uma boa mariscada apesar de saber que no dia seguinte iria sofrer do estômago.
 
Corroboro desta opinião. Há determinados pequenos prazeres da vida que embora sejam perigosos para a nossa saúde, não os devemos evitar. Sim, porque a saúde descreve-se como um estado de “bem-estar físico, social e mental”.
 
Serve esta nota introdutória para descrever um pequeno vício que estimo em alguns finais de tarde de estio. Depois de tomar banho, sento-me no terraço a levar com uma ténue brisa de vento, como que me secando. No som da aparelhagem coloco um som italiano, que geralmente considero apelativo para estes momentos. E aí fico por cerca de meia hora, como que fintando as constipações, num moribundo sono de tranquilidade.
 
Ontem também foi dia de “cartuchos”, o meu doce favorito. São apenas feitos em Aveiro, em plena Avenida Lourenço Peixinho, e o seu sabor a chocolate com fragância de baunilha colocam qualquer um em tentação gastronómica.


publicado por Gil Nunes às 11:03
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Segunda-feira, 16 de Junho de 2008
Aulas de IDES 12º Ano

 

No meu percurso escolar, penso que se pode fazer o balanço de um aluno calmo, sem grande vontade de estudar compensada com sinceridade e alguma criatividade que resolvia os momentos mais difíceis. Lembro-me de uma vez, numa aula, ter dito que os meus objectivos passavam por “ter o rendimento necessário utilizando para isso o menor estudo possível”. Foi motivo de gargalhada mas lá está foi a minha sinceridade a funcionar. Costumo dizer que toda a gente se prejudica por alguma coisa na vida, sem qualquer hipótese de o evitar. No meu caso, que seja por causa da sinceridade.

Embora as aulas me passassem um bocado ao lado, ainda hoje me relaciono bem com alguns professores que tive, com quem tempo oportunidade de trocar algumas palavras de vez em quando, o que prezo sobretudo pelo facto de não ter sido um aluno brilhante.
 
No entanto, além da síntese positiva, houve uma professora no 12º ano que definitivamente não colhia a minha simpatia. Nas aulas de IDES, tinha a sensação que aquela mulher sabia muito menos do que aquilo que dizia. A disciplina tratava de vários assuntos, numa multitemática que abraçava temas como a União Europeia, a agricultura portuguesa ou o sector das pescas. Ouvi-a a falar e sinceramente achava que ali havia alguma coisa de estranho… pois falava com uma assertividade tal que me fazia desconfiar.
 
Comecei a ser participativo, que até nem era meu auspício. Como lia muitos jornais e via muitos noticiários, comecei a apontar algumas questões menos conhecidas
destinadas a engasgar a professora.
 
Lembro-me que uma vez, no meio de uma dissertação sobre a entrada na guerra da União Soviética, disparei com a pertinente demanda:
 
“Sendo que a Aeroflot está a investir cada vez mais em voos comerciais para os PALOP, de que forma é que considera que esta medida pode contribuir para o estabelecimento de relações comerciais entre as duas partes, tendo em conta a recente instalação em Cabo Verde da empresa X?”
 
Comecei a mandar uma destas uma vez por semana, mas depois não resisti e era mesmo todas as aulas. Achava sensacional a forma como ela dava a volta ao texto, sem nunca me responder ao perguntado, sempre com preocupações de não dar parte de fraca e inculta.
 
A meio do ano lectivo, e como seria de prever, a dita docente começou a perceber. No princípio das aulas pediu à turma para organizar um dossier temático, ou seja, uma compilação de notícias sobre os assuntos debatidos na aula, num trabalho que teria de ser apresentado no final da aula. Assim, sentindo-se perseguida, todas as aulas pedia para saber o desenrolar dos trabalhos e, adivinhe-se, o nº11(eu) estava sempre na tômbola dos sorteados.
 
Tal como ela, sem nunca dar parte de fraco, inventava argumentos sobre notícias esquisitíssimas pelo que a conversa pouco durava. Apenas me encostava à parede dizendo que se não apresentasse o dossier no final me tiraria três pontos da nota final.
 
Fiz o dito dossier duas horas antes da dissertação final. Peguei numa data de folhas de várias disciplinas e encadernei-as. Naquele documento podiam-se encontrar funções afins, derivadas, poemas do Pessoa ou o produto interno bruto português. No topo, bem destacado, uma análise dos membros da GEOTA á falta de aposta em energias renováveis no nosso país. Falei como se estivesse no Senado, não esquecendo as palavras complicadas que fiz questão de sublinhar. O meu dossier, em grossura, ganhava a qualquer um dos meus colegas. Tive uma óptima nota!
 
A disciplina de IDES, na altura, era constituída por seis temas, com o aluno a ter de responder a apenas três no exame final. A professora optou por apenas leccionar três temas, argumentando que os outros eram muito complicados. Pois bem, para o exame apenas me debrucei sobre os temas não leccionados, que achei bem mais fáceis que os escolhidos.

Resultado: sem grande estudo, tirei A MELHOR NOTA DE TODA A ESCOLA naquela fase. Para os meus colegas poucos motivos houve para sorrir, depois de os resultados terem ficado muito aquém das expectativas. Não sou daqueles que se ri da desgraça alheia, mas confesso que daquela vez me soube bastante bem.
 
Devo, porém, reconhecer que a referida professora era muito empenhada na evolução dos alunos, ajudando-os e preparando-os convenientemente. Várias vezes ficava para além da hora a esclarecer dúvidas dos mais interessados. Todavia, aquela atitude de que tudo dominava causou de mim a revolta….


publicado por Gil Nunes às 12:09
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Quinta-feira, 12 de Junho de 2008
Uma noite no Twins

 

No passado sábado, no seguimento do aniversário do meu amigo Tiago Ferreira, fui ao Twins. Vestido com uma camisola adquirida na “cittá di Bergamo” e com um casaco comprado na Reserved Krakowska, penso que poucas pessoas podiam ser tão esteticamente cosmopolitas como eu naquela noite.
 
Depois de sair do restaurante desloquei-me sozinho até à referida discoteca. À entrada, o porteiro refere-me a impossibilidade de entrar no espaço devido à minha camisola “cittá di Bergamo”. Pensava eu, e continuo a pensar, que o meu vestuário naquela noite fugia um pouco do arquétipo tradicional de camisa vincada, até porque acho que para estarmos vestidos de forma conveniente e discreta, não precisamos de estar presos às leis da camisa.
 
Se bem que me tivesse custado um pouco na altura, devo dizer que acabei por aceitar a posição do referido porteiro, mas apenas no sentido estritamente social. Não sou uma pessoa conhecida daquele local e de facto não ia de camisa, algo que se calhar é condição “sine qua non” para a minha não admissão, isto se também acrescentarmos o facto de eu não ter um veículo de alta cilindrada e de não me chamar Saavedra Bettencourt
 
Porém, exige-se mais a um porteiro na altura de argumentar as suas razões. Enveredar por um discurso barato de que para todas as regras existe uma excepção (quando confrontado com a entrada de outras pessoas com camisola) ou que é sinónimo de frontalidade quando na verdade debita um vasto leque de palavras caras sem articulação lógica para justificar algo que era extremamente simples

Gosto de falar com pessoas que suscitem o meu interesse. Como tal, não perdi tempo a discutir com aquele indivíduo que me pareceu mais um carneiro formatado da nossa sociedade de ignorantes. Aliás, para ser sincero, de facto há excepções para a regra da mediocridade e é com essas pessoas que devemos investir o nosso tempo.
 
Ao observar o leque de pessoas que entravam no Twins pensava que também o meu tempo dispendido no local seria perdido. Já me estava a imaginar a falar de últimos modelos de telemóveis, da noite “in” das Docas e da loucura das vidas solitárias e soturnas. Se a todo o momento procuro rasgos bons e criativos, penso que o único rasgo que iria encontrar seria o de um vestido comprado com o empréstimo bacoco da reles e aparente elegância.

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publicado por Gil Nunes às 10:56
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Quarta-feira, 11 de Junho de 2008
O aspecto simpático de Osama Bin Laden

 

É um dos indivíduos mais odiados e temidos de todo o mundo. É procurado por forças de elite, alvo prioritário de protecção planetária. Falo de Osama Bin Laden.
 
Com uma voz tranquila, maviosa e pausada, raramente se engana na sequência das frases e dos destinatários, com uma serenidade académica como se de um palanque congressista estivesse a discursar. Nos vídeos disponibilizados, conversa com os seus seguidores mais próximos com uma pacatez que julgamos estar a ver um centro comunitário em pleno piquenique.
 
Bin Laden, até para acrescentar, tem um aspecto simpático. Imaginemo-lo de barba cortada, cabelo bem penteado, e por certo que passaria por um de nós. Sereno e tranquilo, passeando no parque ao final da tarde como um chefe de repartição de finanças qualquer.
 
Olhemos, por exemplo, para Hugo Chavez ou Robert Mugabe. Enervando-se com frequência, com um discurso que roça a agressividade, os dois governantes parecem ter sido talhados para a antipatia global. A isso podemos juntar as suas faces pesadas, com contornos fechados, que incutem a sensação de ódio e medo. Nos antípodas do “laisser faire, laisser passer” do nosso amigo Osama, segurando na mão esquerda a sua espingarda enquanto os passarinhos chilreiam à sua volta.
 
 
Admiro a sua inteligência. No ataque às Torres Gémeas façamos as contas: despesas do ataque, carga de vítimas, pânico, terror e necessidade de restabelecimento da ordem para o adversário. Do seu lado da barricada apenas seis vítimas; é obra, não é?


publicado por Gil Nunes às 13:54
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Sábado, 7 de Junho de 2008
Fresh up for the ladies!

Tive o prazer de passar umas óptimas férias em Palma de Maiorca há quatro anos a esta parte. Terra conhecida pela sua animação nocturna, é também local de belos encantos paisagísticos, pelo que, para quem lá um planear uma visita, recomendo o aluguer de um carro e o respectivo desfrute.

 

Na noite propriamente dita, lembro-me de um pormenor que a mim me incomodou bastante. Nas casas-de-banho dos bares e discotecas, de forma regular, um indíviduo formalmente vestido tentava vender os seus cosméticos. A cada 30 segundos, um sonoro cântico de venda "Fresh up for the ladies, fresh, fresh". Confesso que tal cenário nunca me tinha apresentado mas o que mais me incomodou foi o desprezo com que as pessoas que lá passavam, com aparente ar de felicidade, ignoravam a dita personagem.

 

Por muito que não saibamos a hístória de vida daquele indivíduo, é um facto que a sua missão naquele local não é de todo agradável. De forma sistemática, reparei que praticamente ninguém o olhava, numa intenção com pleno acto discriminatório. Numa das vezes confesso que me chegou a agoniar a forma como as pessoas entravam e saiam daquele local tratando aquele homem como se fosse um pilar de cimento.

 

Se este episódio me deixou incomodado, muitos outros me afligem. Penso que a discriminação se faz em pequenas coisas, como se as pessoas desejassem a todo o custo o passaporte para a normalidade social.


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publicado por Gil Nunes às 16:04
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Sexta-feira, 6 de Junho de 2008
Zé Carioca

Sempre fui um apreciador de banda desenhada, actividade que ocupou muito do meu tempo, e ainda bem, enquanto criança e adolescente. Conservo religiosamente algumas colecções de HiperDisney onde, quando tenho tempo livre, me dedico a desfrutar novamente de algumas aventuras.

 

Confesso que, do vasto leque de personagens, a que mais fascínio e gozo me dá ler é o Zé Carioca. A personagem, criada por Walt Disney em homenagem ao povo brasileiro, retrata nas suas aventuras toda a mentalidade de preguiça e de "dolce fare niente" com que muitas das vezes estereotipamos o povo brasileiro. A sua astúcia em tirar aproveitamento da ingenuidade de Nestor, o seu fiel amigo, ou o seu "desenrasço" em várias acções fazem dela uma personagem que vale a pena conhecer.

 

Se há aspecto de que sou apreciador na banda desenhada é o facto de utilizarmos o humor como forma de crítica social, de forma inteligente. Penso que nesta banda desenhada este aspecto é extremamente bem conseguido, sobretudo pela forma como se usam as personagens secundárias. Lembro-me, por exemplo, da sua namorada Rosinha(a típica filha do carioca rico), o ingénuo Nestor(que ainda acredita no Pai Natal) ou o Pedrão(o amante da feijoada e da jaca, em constantes conflitos com o Zé Carioca).

 

Um destes dia vou até à arrecadação para retirar algumas histórias perdidas, para me rir novamente com as aventuras do papagaio. Ele e Peninha, de quem mais tarde falarei, são as minhas personagens favoritas!

 

 

 

 

 



publicado por Gil Nunes às 16:48
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Quinta-feira, 5 de Junho de 2008
Longo Prazo: Benefícios e consequências

 

Na minha opinião fazer algo implica, na grande maioria dos casos, enfrentar riscos. Se há acções que podem ser efémeras e confinadas a um curto período de tempo, outros existem que se dilatam por um período de tempo maior.
 
Ora, no meu pensamento, seguir os trâmites de uma acção escorrida ao longo do tempo significa imaterialmente construir um percurso. Assim sendo, na relação da memória, ficam para trás detalhes que mormente poderão ser decisivos no estabelecimento dos benefícios. São esses detalhes que, quando bem analisados, podem ser decisivos nas suas repercussões que se pretendem lucrativas. Tendo um trajecto mais longo, o rebobinar da acção é mais longo, com as mesmas personagens a porventura não estarem presentes e a não poderem interferir no seu julgamento.
 
Assim, na minha perspectiva, devemos pugnar por uma visão de benefícios a longo-prazo, em detrimento de outras a curto ou médio-prazo. Por muito que possamos pagar ou ser acusados de, num momento, tomarmos linhas orientadoras que não façam sentido, o importante é estabelecerem-se metas em que possamos ser beneficiados num período mais abrangente.
 
Inversamente, acho também que as consequências nefastas podem ser, a longo prazo, emendadas de forma muito mais complicadas. Agir no momento, impedindo a perenidade de um erro, pode ser a chave do sucesso, isto segundo a minha óptica.

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publicado por Gil Nunes às 13:14
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Quarta-feira, 4 de Junho de 2008
Hélder Postiga e Diogo Viana

 

Constatei, com alguma estupefacção, a transferência de Hélder Postiga para o Sporting. Não é nada vulgar dois grandes do futebol português fazerem negócios, se bem que estes dois clubes se tenham entendido neste âmbito não vai muito tempo a esta parte.
Se bem que considero Hélder Postiga um elemento útil na frente de ataque quando se joga com dois avançados , considero bem mais vantajoso o negócio visto da perspectia do dragão.
 
Além dos 2,5 milhões de euros embolsados, a incorporação de Diogo Viana nas camadas jovens dos azuis-e-brancos pode representar uma mais-valia na equipa sénior dentro de alguns anos. Já tive oportunidade de o ver jogar várias vezes e devo dizer que a forma como dinamiza o flanco direito, através da técnica, passe e altruísmo de jogo, faz com que o considere como um jogador muito acima da média para a sua idade. Bem acompanhado, e tomando em linha de conta que foi internacional em todos os escalões, Diogo Viana poderá ter um valor de mercado superior ao de Hélder Postiga actualmente, o que naturalmente gerará imediatos benefícios económicos para os dragões até porque acho que Postiga não se deve valorizar muito mais do que aquilo que vale actualmente.
 
Sobre Diogo Viana, em concreto, lembro o Vitória de Guimarães-Sporting em juvenis da época transacta, com uma exibição que desde logo me despertou a atenção juntamente com outro avançado de excelente nível: Wilson Eduardo, hoje titular dos juniores do Sporting!

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publicado por Gil Nunes às 16:12
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Terça-feira, 3 de Junho de 2008
Combinações estéticas com o símbolo do PSD

Antes da leitura deste post quero vincar a total ausência de conotação político-partidária na feitura do mesmo. Centremo-nos, então, na visão puramente estética da coisa.

 

Gosto da elegância do símbolo do PSD. Se já considero que um bom cor-de-laranja pode, em algumas peças, tirar a agressividades das cores negras, penso também que a própria construção do símbolo dá um ar de dinamismo considerável se aplicado nas porções e indumentárias correctas.

 

Se calhar um pouco mais fino e com uma seta mais curvada, aquele laranja flashado podia ser uma verdadeira cereja em cima do bolo de uma camisola preta se aplicado do ombro para baixo, retirando-se apenas um pouco do carregado original do laranja. Nas mulheres, um fato-de-banho cinzento escuro com uma pincelada laranja um pouco abaixo dos ombros, debruando o resto do fato até à cintura.

 

Ou, por exemplo, um boné preto com uns debroados a laranja na zona das laranjas, para dar um pouco de alegria à parte da nuca. Já para não falar num par de ténis claros, se bem que essa ideia já foi aplicada.

 

Do seu aspecto original bastavam apenas três medidas para o símbolo ficar "au point": uma curva menos acentuada, um laranja mais leve e menos espessura na sua generalidade. Depois estava pronto para a mente dos grandes criadores de moda!

 

PS- Ontem dispendi mt tempo a fazer o texto em francês. Vou fazer uma pausa, mas ficam prometidos os textos em italiano e espanhol.

 

PS2- Torneira em francês diz-se "robinet"

 

 

 



publicado por Gil Nunes às 19:35
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Segunda-feira, 2 de Junho de 2008
Rolling Stones- Le vere Margarida Rebelo Pinto de la musique mondiale

Hoje o dia é dedicado ao francês. Peço que ignorem os erros gramaticais do post, até porque nunca fui grande especialista neste idioma. Ainda assim, desafio os mais incautos: como é que se diz "torneira" em francês? Não perca o final do post! Antes de mais, um pequena canção introdutória, do meu baú do 5º ano em que tivemos de fazer uma representação natalícia. Vejam como música e teatro nunca foram o meu forte!

 

Mon bon sapin

Roi des forets

Que j' aime ta verdure

 

Pendant l' hiver

Boi et gerets

Son depouillent

de leurs atraits

 

Mon bon sapin

Roi des forets

Que j' aime ta verdure!

 

Hier, quand j´ai vu le Rock in Rio, je regardais la force de Bon Jovi, APESAR d´il avoir une age AVANÇADA. NÂO ME PASSOU PELA tête aller AO event, ATE PORQUE je ne suis APRECIADOR de FESTIVAIS de rock.

 

AO regarder le espectacle, il m' ya venu a la memoire la performance de Rolling Stones. Avec millions de fans pour toute le monde, je continues a ne comprendre pas le MOTIVO de son sucess. Je pense que, si j l´es escutais dans la radio quando ils sont DESCONHECIDOS, je ne IRIA PRESTAR attention. Je pense que ces musiques sont repetitives et que son REPERTÓRIO ne a pas change ATRAVES des anees. NA MINHA ANÁLISE, son SONORIDADE continues a ne etre pas appelative. Je DEVO dire que j ai fait un effort pour ecouter sa musique dans les ULTIMOS temps, mais ma POUCA VONTADE de etre FAN MANTÉM-SE.

 

En comparison avec la literatura, je considere que dans les deux AREAS ils ont arthistes que, POR beaucoup que VENDAM, ne CONSEGUEM pas ATINGIR mon PATAMAR de plaisir. C´est vrai que Margarida Rebelo Pinto trop VENDE en Portugal, mais je continues a penser que ses livres son LAMECHAS, repetitives et BATIDOS dans la meme emotion de ENCOMENDA que DESCREVE son travail.

 

APESAR de ne penser pas que le travail de Rolling Stones est LAMECHAS, c' est curious de observer que le temps passe et je ne CONSIGO ENCONTRAR MOTIVOS d' interess. DEVO dire que jamais dans ma vie je etais capable de aller a un concert. GOSTOS ne SE DISCUTEM pas.

 

 

PS1- Eu decididamente não consigo escrever um texto em francês. Tive muitas dificuldades e mesmo o vocabulário ficou algo pobre. Já não era colocado à prova há mais de 13 anos. Enfim, c´est la vie?

 

PS2- Apesar das minhas dificuldades ainda sei dizer "torneira" em francês. Alguém sabe? A resposta será dada no próximo post!

 



publicado por Gil Nunes às 17:11
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